Queixam-se aqueles que consideram Portugal um país ainda com um longo caminho a percorrer no que diz respeito à eliminação do racismo, xenofobia e outras ideias igualmente discriminatórias da falta, por exemplo, de apresentadores de televisão e “opinion makers” pretos ou ciganos. Têm toda a razão. Eu também me queixo. Não disso, porque idiotas nas televisões e nos jornais já sobram, mas de noutras actividades, daquelas realmente úteis, não encontrar negros nem ciganos. Para não ir mais longe fico-me aqui pela terrinha. Apesar das largas centenas de ciganos que cá habitam, nem um – alguém que me corrija se estiver enganado – é bombeiro voluntário. Porque (não) será?
Também nunca conheci nem me consta de que nenhum tenha ido para a tropa, no tempo em que era "democráticamente" obrigatório defender as "províncias ultramarinas", mas conheço isso sim quem registasse 14 filhos, na mesma mãe, mas em registos cívis de Braga, Viana e Porto para receberem abono e subsídios em triplicado. pena foi que a informática acabou com a mama, mas ainda assim resta-lhes a Espanha para chular os ditos apoios.
ResponderEliminar"Eles com os computadores sabem tudo da nossa vida", queixava-se um cigana quando deixou de receber apoios, simultaneamente, em Estremoz, Ponte de Sôr e não sei mais onde. A sorte é que ainda tinha o "páro", dizia enquanto mostrava o DNI...
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