Mais um ladrãozeco que morreu em serviço. Abatido acidentalmente pela policia, outra vez. Uma chatice. Principalmente para o agente que terá agora que enfrentar um calvário. Sinal dos tempos esquisitos que vivemos, em que a vida de um patife vale mais do que a de um cidadão comum e infinitamente mais do que a de um policia. E, como sempre sucede nestas circunstâncias, logo apareceu uma chusma de gente a garantir a honestidade do meliante, a bondade que sempre evidenciou e a simpatia que irradiava. Uma jóia de moço. Tão boa pessoa que, para além de amigo do seu amigo, até era amigo do alheio.
Subscrevo totalmente e acho que por estas e por outras que descredibilização nas forças de segurança é dantesca. SE actuam é porque actuam se não o fazem deveriam fazer...e a impunidade dos prevaricadores é cada vez mais uma base sustentável para continuarem nesse "trabalhinho rentável".
ResponderEliminarTemos pena!!!!
Beijos e um bom sábado
É sempre assim, a polícia, a cumprir o seu trabalho, é que é a culpada. Claro que condeno uma morte, mas a policia só faz que lhe compete: zelar pela segurança.
ResponderEliminarAcidentes de trabalho acontecem em todas as profissões. Mais ainda quando se trata de actividades de risco como isso de ser ladrão.
ResponderEliminarSe isto fosse um país a sério o policia seria severamente punido. Não se admite que tenha deixado escapar os outros...
De acordo. Eu também condeno uma morte. Mas, neste caso, gostava mais de condenar mais três ou quatro, ou lá quantos eram os meliantes.
ResponderEliminarVoltamos sempre ao mesmo. Este "pilho" foi abortado aos 200 meses de idade, outros são-o mais cedo e nada acontece, até acham que é um direito dito da mulher (como se emprenhasse sózinha, mas por enquanto não chegamos lá até ver). este caso trata-se dum aborto serôdio!
ResponderEliminarDemasiado serôdio. Mas do mal o menos, mais vale agora do que depois...
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