domingo, 11 de setembro de 2016

A pergunta do costume: "Como é que vamos dar a volta a isto"?!

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Diz que o valor máximo a ofertar a um governante não pode exceder cento e cinquenta euros. Isto por pessoa e por ano. É pouco. Manifestamente pouco. Por este preço não se consegue oferecer nada de jeito. Nem, sequer, algo que dignifique a função governamental. Daí que o melhor é a malta fazer uma vaquinha para comprar uma prenda ao político a quem deve mais favores. Ou de quem espera uma atençãozinha. O que, para um governo que consegue pôr vacas a esvoaçar, me parece apropriado por permitir, assim, presentear ministros e outras pessoas afectas à actividade - por norma gente de gostos requintados – com itens do agrado dos presenteados. Viagens e bilhetes para assistir aos jogos do próximo Mundial de futebol, por exemplo. Bastará aos membros do conselho de administração de uma qualquer empresa realizarem uma colecta entre eles e está o problema resolvido. Fica a ideia, pois de certeza que até agora ainda ninguém pensou nisso.

2 comentários:

  1. Com ética, resmas de ética as prendonas, prendas e ou prendinhas nunca deveriam ser aceites e em caso de...serem devolvidas com cortesia.

    Quando trabalhava nunca aceitei nada e com delicadeza e educação...não recebia. Ponto!

    É só tempestades em copo de água, que país...chiça!

    Beijocas

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  2. Pena que seja necessário fazer uma lei destas...As ofertas, sejam elas quais forem, não se justificam. Nunca. Por mim não dou nada a titulo de reconhecimento ou outro qualquer a quem me presta algum tipo de serviço. Fazem-me um preço, pago e fica o assunto arrumado. Por que raio não há-de ser assim na administração pública?! Eu cá nem nos restaurantes dou gorjeta!

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