sexta-feira, 29 de julho de 2016

Um terrorista bom é um terrorista morto

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Dos mais recentes atentados, ataques, acessos de loucura actos tresloucados ou lá o que lhes queiram chamar cometidos por muçulmanos – sejam ou não do tal Daesh, é coisa que importa pouco – há um aspecto que ainda não vi devidamente valorizado na actuação da policia. E que, muito justamente, o deve ser. O abate sistemático dos criminosos. Tem sido essa - e muito bem – a prática das forças policiais em relação aqueles que não fazem o favor de falecer por iniciativa própria. Pode, até, nem outra hipótese ter restado às autoridades. Não faço ideia se teria ou não existido, em alguma circunstância, a possibilidade de os capturar com vida. Se existiu ainda bem que não a usaram.

4 comentários:

  1. alvaro silva9:51 p.m.

    É assim que se devem tratar estes delicados assuntos. Poupa-se um balúrdio em juízes advogados, acusadores e testemunhas o que é de louvar, pois como todos sabemos além de serem muito caros, têm uma propensão inata na profissão que é a de fazerem "render o peixe" enredando-se e enredando os factos. Casos do Sócrates ,do Salgado, do Duarte Lima e tantos outros, como se sabe. Só que nestes casos, logo que abatidos deverão ser esventrados na hora por uma equipa de transplantes de orgãos, para que ao menos estes possam ser úteis a alguém.

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  2. O boneco lembrou-me o excelente trabalho de um ventríloquo. Em 2008! Imaginem. E vala a pena ver.

    Está no YouTube: Achmed the Dead Terrorist.

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  3. Nem mais. Trata-se de um trabalho policial que não está suficientemente valorizado.

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