Sempre atenta às dificuldades dos portugueses, bem como aos seus mais profundos anseios, a geringonça tratou de legislar sobre esse problema que tanto tem afectado a vida de todos a gente. As bichas. Outra vez. Agora daquelas a sério. As constituídas por um conjunto de pessoas que se colocam umas a seguir às outras, normalmente à espera de qualquer coisa.
Nos supermercados, bilheteiras, cafés, paragens de transportes públicos e todos os locais onde a imaginação nos queira levar vamos ter gente que, em função da sua condição, terá prioridade no atendimento. Curioso será aplicar isto nos restaurantes quando se está à espera de mesa. Num grupo de pessoas – quatro ou cinco, vá – em que apenas uma delas apresenta os “sintomas” que lhe permitem ultrapassar a bicha, quantas é que a vão poder acompanhar? Uma questão inquietante capaz de tornar o livro de reclamações um dos objectos com mais uso no estabelecimento...
Sempre dei prioridade a grávidas, deficientes e velhos. Também dou a vez quando têm crianças pequenas seja em que local for!! Não preciso de leis para ser educada.
ResponderEliminarnão podemos de acordo com tão progressiva legislação de dar as prioridades a velhinhos e velhinhas, aos mancos tortos e zarolhos o que e será o normal. mas agora vamos ter que contar com as barrigas de aluguer, os provedores de esperma certificado de acordo com as normas da comunidade. Mais difícil será decidir ou talvez não o lugar dos maricões, das sapatonas e dos híbridos humanoides, pois todos almejam uma emprenhadela a sério e pelos vistos têm "direitos e não podem ser discriminados", mesmo que fiquem grávidos/as psicológicos e a barriga se desfaça em merda.
ResponderEliminarEsta é mais uma lei idiota que para nada serve a não ser criar conflitualidade. O bom senso não se regulamenta.
ResponderEliminarPois eu acho que esta lei ainda vai dar merda. Muita. E da grossa.
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