sábado, 4 de junho de 2016

Uma relíquia, esta botija

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Ainda bem que, por todo o lado, existem feiras, mercados e locais onde se promove o encontro entre quem tem necessidade de vender e vontade de comprar. Ou vontade de vender e necessidade de comprar, dá igual. Sejam lá os bens a transaccionar os que forem. Só não concordo que se chamem “velharias”, “antiguidades” ou qualquer outro nome vagamente relacionado com coisas antigas de relativo valor. Considerando o que se vende nestes eventos, quase me parece melhor chamar-lhes feiras de “velhacarias”.


Estas botijas de gás por exemplo. Apenas um delirante exercicio de imaginação as pode enquadrar no conceito de velharia. Ou de antiguidade. Eu próprio tenho uma no meu quintal. Que ciclicamente troco por outra, assim que o conteúdo se esgota, diga-se. E, pasme-se, onde a vou trocar há muitas iguais, ainda que não seja uma feira nem uma loja de antiguidades, ou lá o que chamam agora a estas modernices.

2 comentários:

  1. O chicoespertismo em alta:)))) e o teu olho clínico não falha.

    Estranho é venderem porque acho que é proibido, julgo eu! Mas como estamos no país do faz de conta...tudo se faz...tudo se pode!!!!

    Bom domingo

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  2. E normalmente o mau da fita é quem questiona...

    Bom domingo!

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