domingo, 28 de fevereiro de 2016

Declaro-me amnistiado

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Provavelmente devido à inexistência de factos relevantes, a Amnistia Internacional resolveu incluir no seu relatório anual uma referência ao incidente ocorrido o Verão passado nas piscinas municipais de Estremoz e que levou o municipio local a proibir uns quantos moradores do resort cá do sitio de frequentar o espaço. 


Cagar no meio aquático parece-me, de facto, um direito inalienável de qualquer ser humano. Que, como qualquer outro direito – inalienável, adquirido ou de outra espécie – não pode ser posto em causa apenas por individuos racistas, xenofobos e portadores de outros defeitos, o principal dos quais não serem de esquerda, se sentirem incomodados com a presença de um cagalhão na água em que se banham. Nem se entende como é que isso constitui motivo para aborrecimento. Menos ainda quando, alegadamente, se trata de um cagalhão dotado de um alto teor de multiculturalismo.

4 comentários:

  1. alvaro silva12:27 p.m.

    os gajos da amnistia são irmãos de sangue do cagalhão. Só lhes falta o " gipsy smell" para serem igualzinhos!

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  2. pimentaeouro8:30 p.m.

    Não percebi. Cagar numa piscina não tem graça nenhuma, é falta de educação e um atentado a um mínimo de higiene.

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  3. Piores. Alguns são muito piores!

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  4. Pois, meu caro, saiba que há quem ache isso do cagalhão na piscina perfeitamente normal e que os desordeiros deviam continuar a ter livre acesso ao equipamento. Para, provavelmente, poderem a exercer o seu direito a cagar dentro de água...

    São coisas como esta referência - um simples caso de má educação de alguns habitantes de um bairro de barracas - que fazem com que organizações que se querem sérias não sejam levadas a sério.

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