Provavelmente devido à inexistência de factos relevantes, a Amnistia Internacional resolveu incluir no seu relatório anual uma referência ao incidente ocorrido o Verão passado nas piscinas municipais de Estremoz e que levou o municipio local a proibir uns quantos moradores do resort cá do sitio de frequentar o espaço.
Cagar no meio aquático parece-me, de facto, um direito inalienável de qualquer ser humano. Que, como qualquer outro direito – inalienável, adquirido ou de outra espécie – não pode ser posto em causa apenas por individuos racistas, xenofobos e portadores de outros defeitos, o principal dos quais não serem de esquerda, se sentirem incomodados com a presença de um cagalhão na água em que se banham. Nem se entende como é que isso constitui motivo para aborrecimento. Menos ainda quando, alegadamente, se trata de um cagalhão dotado de um alto teor de multiculturalismo.
os gajos da amnistia são irmãos de sangue do cagalhão. Só lhes falta o " gipsy smell" para serem igualzinhos!
ResponderEliminarNão percebi. Cagar numa piscina não tem graça nenhuma, é falta de educação e um atentado a um mínimo de higiene.
ResponderEliminarPiores. Alguns são muito piores!
ResponderEliminarPois, meu caro, saiba que há quem ache isso do cagalhão na piscina perfeitamente normal e que os desordeiros deviam continuar a ter livre acesso ao equipamento. Para, provavelmente, poderem a exercer o seu direito a cagar dentro de água...
ResponderEliminarSão coisas como esta referência - um simples caso de má educação de alguns habitantes de um bairro de barracas - que fazem com que organizações que se querem sérias não sejam levadas a sério.