terça-feira, 25 de agosto de 2015

"Ganda" invenção!

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Aplaudo, como quase toda a gente, os avanços da medicina e saúdo o surgimento de novos fármacos com entusiasmo (a bem-dizer não faço nada disso mas pareceu-me uma boa maneira de começar o post). No entanto esta coisa do “viagra” para as mulheres parece-me uma ideia potencialmente perigosa. É que, se bem percebo, caso o tal comprimido corresponda às expectativas, vai trazer de volta ao activo um significativo número de gajas que, até agora, não estariam para aí viradas. Pior - ou melhor,  quiçá - aquilo não terá apenas um efeito orientado para um determinado momento e limitado a um certo intervalo temporal. Facto que, não sendo necessariamente mau nem especialmente preocupante, pode suscitar uma infinidade de problemas. Tantos quantos a imaginação mais prodigiosa conseguir imaginar. O que trará, imagino, consequências que agora nem imaginamos...

2 comentários:

  1. A coisa não é bem assim e sem entrar em grandes pormenores digo que o viagra masculino actua logo e tá-se bem, mas passa rápido.

    Quanto ao feminino dizes bem: "Pior - ou melhor, quiçá - aquilo não terá apenas um efeito orientado para um determinado momento e limitado a um certo intervalo temporal. " claro que não, porque é mais virado para o campo depressivo e tem que ser tomado todos os dias MAS SEMPRE COM ACOMPANHAMENTO MÉDICO.

    Em ambos os casos já muita gente burra "que usa e abusa" estão com problemas bem graves.

    Daí a contenção da comercialização desse medicamento e não sei se é vendido sem receita médica.

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  2. Era apenas uma tentativa de piadola... Há é que ter juízo quer na sua toma como no resto!

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