Através de um comentário – devidamente aprovado - a um post que publiquei há poucos dias é-me possível constatar que um leitor, suposto autor de uma das pesquisas que recentemente aqui mereceram destaque, não gostou de ver tornado público o que andou a pesquisar no Google confortavelmente instalado no recesso do seu lar. Não reconheço qualquer razão ao seu desagrado. Não foi identificado, não revelei nenhum dado que eventualmente fosse susceptível de pôr em causa a sua privacidade – até porque não possuo meios, conhecimentos ou interesse em o fazer - pelo que a indignação que demonstrou, bem patente nos termos da pesquisa efectuada e na referência implícita que deixa ao conhecido motor de busca, não se justifica. Trata-se apenas, há que dize-lo com toda a frontalidade, de uma manifesta falta de fair-play da parte do desconhecido, mas nem por isso menos estimado leitor. Uma parvoíce, até. Se quisermos ser mais precisos.
O que é verdadeiramente extraordinário e me motivou a escreveu acerca deste comentário e pesquisa que lhe esteve associada, não foi qualquer espécie de irritação ou azia – nem tão pouco africa - relativamente ao seu autor, mas sim o facto, que considero absolutamente espantoso, de o internauta em causa ter voltado a cruzar-se com este blogue. Deve ser uma daquelas improbabilidades tão improváveis que apenas acontecem no mundo virtual que é a internet. Ou é isso ou gostou do Kruzes. O que, verdade se diga, ainda parece menos provável.



















