quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Direitos humanos?!

Causa-me alguma espécie que as diversas comissões, clubes e outras associações de defesa dos direitos humanos, que pululam por aí, não façam insistentes campanhas contra a forma como são tratadas as mulheres no mundo muçulmano. Espanta-me que não se manifestem, protestem e, das mais variadas formas, transmitam a sua indignação pela escravatura, segregação e humilhação a que as mulheres são sujeitas na Palestina, no Irão, no Afeganistão ou no Iraque.

Seria bonito e consensualmente aceite que, à semelhança do que fizeram relativamente ao apartheid na África do Sul, denunciassem esse verdadeiro atentado contra a humanidade e pressionassem o poder político a tomar medidas duras contra esses países. Não entendo porque não o fazem. Mas enquanto não o fizerem dificilmente serão levadas a sério. Infelizmente.

Eu apoio o Cardeal

Vai por aí um banzé de todo o tamanho por causa das declarações do Cardeal Patriarca de Lisboa alertando para o perigo das relações amorosas entre mulheres portuguesas e homens muçulmanos. A indignação tomou conta dos multiculturalistas e dos arautos da tolerância, não se fazendo esperar reacções inflamadas e condenatórias das afirmações do prelado.

Argumentos verdadeiramente fantásticos têm sido utilizados, pelos amiguinhos dessa malta que reza de cú para o ar, para justificar o comportamento dos muçulmanos. Principalmente dos que vivem entre nós e que se recusam a viver segundo os nossos valores ou, pelo menos, a respeitá-los. Segundo alguns deveremos mesmo aceitar que eles pratiquem e vivam no nosso país na mesma forma que vivem e praticam a sua religião nos seus países. O pior, digo eu, é se lhes dá para começarem a matar paneleiros ou apedrejar mulheres adulteras…

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Improvisos

O sentido de improviso dos portugueses é por demais conhecido. Seja em que circunstância for encontramos sempre uma forma de nos desenrascarmos e, de uma maneira ou de outra, solucionar os maiores problemas. E também os mais pequenos…

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Os publicitários devem estar loucos

Nos autocarros de algumas cidades europeias circulam mensagens, supostamente publicitárias, colocando em causa que Deus exista. Rapidamente surgiu a resposta e outros autocarros passaram a ostentar mensagens garantindo a sua existência. As frases, embora possam dar azo a interpretações várias, parecem dirigir-se aos crentes – e também aos descrentes - no “nosso” Deus, deixando de lado toda uma vasta panóplia de outros deuses. O que me parece uma discriminação entre divindades muito pouco tolerável.

Por mim, católico pelo baptismo e ateu por convicção, não gosto de discriminar ninguém. Seja deus ou não. E, como é em nome deles que se cometem as maiores atrocidades, talvez a frase mais apropriada fosse: “Provavelmente seria melhor que os Deuses não existissem…”

sábado, 10 de janeiro de 2009

Merda na piscina (outra vez)

Ainda não passou muito tempo desde a última vez que me referi a este assunto e, lamentavelmente, tenho de voltar de novo ao tema das fezes humanas dentro da piscina municipal.

Mesmo sabendo que se trata de um acidente susceptível de acontecer num equipamento utilizado também por crianças relativamente pequenas, a frequência inusitada com que a situação se repete é de todo INADMISSÍVEL e INTOLERÁVEL. Será assim tão difícil saber quem são os utilizadores que estão na piscina à hora da ocorrência? Será tão complicado saber quais os clubes/associações/escolas que naquela altura estão a ocupar o espaço? Não sendo uma situação nova – acontece há anos - porque é que até agora NINGUÉM fez rigorosamente nada? Não há ninguém que seja responsabilizado por uma situação que pode consubstanciar um elevado perigo para a saúde dos utentes da piscina?

Não acredito que não seja relativamente fácil detectar o autor da façanha e tomar as medidas adequadas, que passariam, como é óbvio, pela proibição de utilizar aquele equipamento desportivo até aprenderem a controlar o tráfego intestinal. Coisa que em miúdos com mais de quatro ou cinco anos, como eventualmente será o caso, não me parece nada de especial.

Enquanto os responsáveis não fizerem aquilo que deles se espera, resta apenas aguardar que ninguém fique doente. Porque se isso acontecer é capaz de ser uma chatice. Mesmo uma grande chatice.