quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Previsões (locais) para 2009

Por causa de um problema relacionado com a desarrumação de pastas e ficheiros que vai pelo meu pc, este texto será publicado com um atraso significativo relativamente ao que estava previsto. Ainda assim a tempo de deixar algumas previsões que não interessam a ninguém sobre coisas que interessam a poucos. Irrelevantes, portanto. Umas e outras.

Nas eleições que se vão realizar lá para o final do ano vão aparecer candidatos. Vários. Quantos mais melhor. E um deles, ou delas se as houver, vai ganhar.

Vão continuar as interrogações quanto à identidade do homem do bloco. Posso desde já garantir que, apesar disso, ainda não será em dois mil e nove que a mesma será revelada.

Novos blogues irão aparecer. E desaparecer, também. Os suspeitos da sua autoria continuarão a ser os do costume. Comentadores também não irão faltar. Principalmente daqueles que tentam por todos os meios, quase sempre baixos, chatear o autor do blogue. Nada de novo, portanto.

A merda de cão não vai desaparecer dos passeios e a maior parte dos donos continuarão a ser os mesmos porcalhões que já foram em dois mil e oito. Alguns fá-lo-ão pela calada da noite, outros, mais descarados, ou mais porcos depende do ponto de vista, passearão o canito à vista de todos sem se importarem com o que vão deixando para trás.

Mesmo assim vai continuar a ser bom viver em Estremoz.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Coleccionar é bom. E útil, também.

O coleccionismo é uma actividade manifestamente subvalorizada nos tempos que correm. São já poucos os que se dedicam a este passatempo, outrora muito popular, e que, em certas circunstâncias, se pode revelar de uma importância fundamental na vida de qualquer um. Será portanto um hábito a recuperar até, pelo menos, para memória futura.

Veja-se o caso de um arguido num processo mediático que corre há largos anos pelos tribunais. Graças à sua esposa, inveterada coleccionadora, é agora possível saber que nas datas em os alegados crimes terão ocorrido o homem estava no cinema. Tudo porque a extremosa senhora colecciona bilhetes de cinema. Algo de tão respeitável para coleccionar como qualquer outra coisa mas, reconheça-se, extremamente conveniente e oportuno. Pena não serem personalizados…sempre valorizava a colecção e dava algum crédito ao alibi!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A ler enquanto podem

Não é costume recomendar livros. Esse papel fica muito melhor entregue a outros – ao professor Marcelo, por exemplo – mas hoje não resisto a deixar esta sugestão de leitura que recomendo especialmente à malta de esquerda que anda por aí a apoiar os fascistas islâmicos do Hamas. Os tais que nem Arafat queria ver por perto.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Previsões para 2009

O espectacular, maravilhoso, absolutamente inigualável, brilhante como ninguém e fantástico líder do partido do governo vai voltar a ganhar as eleições. Quer, como tudo indica, se candidate pelo seu actual partido ou, protagonizando mais uma daquelas espectaculares transferências a que o mundo da política também já nos habituou, se transfira para o rival e principal opositor. Nem sequer os camaradas ficariam por aí além muito surpreendidos com a eventual mudança de emblema do primeiro-ministro maravilha do Largo do Rato para a Lapa. Primeiro porque estes – os ratos – são sempre os primeiros a abandonar o navio quando a coisa começa a correr mal e, em segundo lugar, porque as fintas e dribles mais ou menos baixos continuariam ao mesmíssimo nível. O que não desagradaria aos camaradas. Se gostam agora não iam deixar de gostar só por o homem vestir outra camisola e assim resolvia-se o problema de uma eventual ausência de maioria absoluta.

Em matéria desportiva o Benfica vai continuar a não ser campeão. O que também não constitui novidade, diga-se. Embora, ao que parece, a equipa de chinquilho, este ano bastante reforçada, se apresente como forte candidata ao título. O mesmo relativamente à sueca. Como sempre continua boa.

As pontes e fins-de-semana prolongados que se anunciam para este ano prometem esgotar as viagens para destinos exóticos e lotar hotéis no Algarve. Restaurantes e toda a espécie de superfícies comerciais continuarão apinhadas de gente, enquanto nas estradas continuaremos a assistir ao desfilar dos últimos modelos que a industria automóvel colocar no mercado. As ruas das cidades manter-se-ão engarrafadas de automóveis utilizados para pequenos percursos por cidadãos incapazes de se deslocarem a pé mas que ao fim do dia encherão os ginásios.

É a crise. Dizem eles.