sábado, 17 de maio de 2008
Visitas na sala
terça-feira, 13 de maio de 2008
O eco-ponto não morde
Consequência, quiçá, da estreita abertura dos eco-pontos ou de qualquer patologia indeterminada, há quem prefira deixar, armado em javardo, os sacos do lixo no chão.
Revela-se igualmente assaz difícil, do interior de uma viatura, introduzir o saco no contentor. Tal habilidade, por alguns tentada, requer um elevado grau de perícia, principalmente se o candidato a Michel Jordan do lançamento de resíduos for o condutor.
Vamos lá ter juizinho e colocar o lixo no sítio certo. Ai, ai, ai....
sábado, 10 de maio de 2008
Prestigiozinho
Num curto espaço de tempo foi este blog por três vezes citado na imprensa local. No Brados do Alentejo, que primeiro citou este post, mais tarde este e, recentemente, no jornal Ecos onde um habitual e conceituado colunista menciona a persistente luta que aqui se tem feito contra a merda de cão.
Nada mau, portanto. Principalmente se tivermos em conta que este é um espaço cinzento, sem graça e que eu próprio não hesitaria em adjectivar como qualquer coisa entre o relativamente idiota e o totalmente desinteressante. No entanto é sempre bom saber que alguém nos lê. Até porque, como dizia o outro (já repararam que o “outro” é o gajo que mais vezes é citado em Portugal?!) um blog sem leitores não passa de um acto de masturbação intelectual.
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Conversas na via pública
Sempre me questionei acerca da necessidade de um condutor interromper a marcha para, em plena faixa de rodagem, ficar na conversa com um transeunte seu amigo, conhecido ou com outro grau de afinidade qualquer, impedindo a passagem dos veículos que seguem na sua retaguarda. É algo que me irrita e para que só encontro justificação na má formação cívica, falta de educação e ausência de respeito para com os outros utentes da via pública.
Este tipo de situação sucede em Estremoz a toda a hora. É ver curvas mais ou menos bem delineadas debruçadas para o interior de um automóvel, proeminentes barrigas encostadas à chapa ou, se a conversa se faz a uma distância um pouco maior, bocas e narizes fora dos vidros debitando esganiçados decibéis. Tudo para falar de coisas importantes, presumo.
Em locais como as ruas Brito Capelo e 31 de Janeiro a coisa chega a atingir níveis absurdos. Na primeira porque os comerciantes estão sempre à porta, o que potencia a possibilidade dos automobilistas terem qualquer coisa para lhes dizer e, sendo esta uma rua que apenas permite um sentido de trânsito provoca, no caso de alguém parar, o bloqueio da circulação.
Na 31 de Janeiro assisti hoje ao facto curioso de, em simultâneo e quase lado a lado, dois automobilistas terem tido a súbita necessidade de falar com peões. E, por azar, cada um com um peão diferente o que, obviamente, impediu o normal fluir do trânsito enquanto decorreu a animada conversa. Menos mal que, num dos casos, as curvas não eram más.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
A osga
Está oficialmente aberta a caça à osga. Com a chegada dos dias quentes, ou apenas ligeiramente mais quentes, estes irritantes e asquerosos répteis deixam os seus refúgios de inverno e desatam a passear-se pelas paredes. Aparentemente estes bicharocos são inofensivos e, de alguma forma, úteis porque alimentam-se de insectos, nomeadamente mosquitos e melgas, esses sim prejudiciais para o ser humano.
No entanto a presença das osgas provoca um alarido e uma algazarra entre os circunstantes que, fatalmente, só termina com a certeza da morte do pequeno rastejante. Foi o que aconteceu ao primeiro exemplar desta espécie que uma destas noites teve a ousadia de percorrer desajeitadamente as paredes do meu quintal. Para igualar o record do ano passado só faltam quarenta e nove.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Estou indignado!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Estacionamento modelo
sábado, 26 de abril de 2008
Estremoz está (ainda) mais bonita
A requalificação da entrada norte da cidade e da zona junto às Portas de Santa Catarina, onde em tempos esteve um depósito de sucata, constituem um exemplo do caminho que deve ser seguido em matéria de investimento autárquico. Aqui ou noutro local qualquer. Mais que a construção de infra-estruturas megalómanas de rentabilidade duvidosa, ou privilegiar a expansão urbana para a periferia das cidades, importa preservar e requalificar o património arquitectónico e paisagístico existente. É também por aqui que passa a qualidade de vida de uma comunidade.
No entanto, escassos dois ou três dias depois da conclusão da obra, alguns dos equipamentos já se encontram destruídos e vandalizados. Provavelmente pelos tais jovens, fonte de preocupação do Presidente da República, que desconhecem quantos países constituem a União Europeia a vinte e sete. O que não é de espantar em quem é tão burro que nem sabe escrever “amo-te”. Mas isso não será certamente importante nos empregos que, se tiverem sorte, o futuro lhes reserva. Lavar sanitas não requer propriamente grande nível de conhecimentos.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
O cão da senhora R...
A senhora R… é, praticamente, minha vizinha. E como não podia deixar de ser tem um cão. Diariamente, pela manhã e pela tardinha, a boa da senhora R… (boa é apenas uma força de expressão, que não quero ser inconveniente com a senhora) solta, que é como quem diz expulsa, o seu cãozinho do quintal para que o dito vá fazer as suas necessidades à rua. Pode o desgraçado do bicharoco reclamar, implorar até, o seu regresso ao doce lar mas, enquanto a senhora R… não tiver a certeza que o seu amiguinho fez aquilo que a natureza impõe, longe do seu quintal, não lhe abre o portão.
Este estranho comportamento leva-me a concluir que a senhora R… não gosta do seu cão e exerce sobre ele uma forma de violência que, como todas as formas de violência, é inaceitável. Para além de atentar contra os direitos do animal. Sim, que diria a senhora R… se o seu marido não a deixasse cagar em casa e a obrigasse a fazer isso na via pública?
terça-feira, 22 de abril de 2008
Quando o verde não é a cor da esperança
sábado, 19 de abril de 2008
Sniper's
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Rendimento Minimo
terça-feira, 15 de abril de 2008
O "silêncio"
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Zona livre de merda de cão (por agora)
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Bisbilhoteiro!!!
sábado, 5 de abril de 2008
Sondagens e outras questões
Foram dezoito os leitores que participaram na “sondagem” onde pretendia saber se era só eu que desconhecia a existência das associações de Estremoz mencionadas neste post. De entre os votantes apenas quatro conhecem pelo menos uma delas. O que, valendo estas coisas o que valem - ou seja muito pouco - não deixa no entanto de ser sintomático quanto ao dinamismo e manifesto interesse para a comunidade das actividades que algum movimento associativo vai desenvolvendo. Ou não.
Entre as cerca de cem “associações” dadas como existentes no concelho, conforme se pode constatar em diversos sites mais ou menos oficiais, constam algumas que não são mais que meros grupos de amigos ou, pior, empresas de carácter familiar e que apenas existem enquanto “associações” para beneficiar das vantagens que esse estatuto lhes proporciona. É um estratagema perfeitamente legal mas bem revelador da capacidade tuga para o xico-espertismo sempre pronto a aproveitar cada nesga que o legislador, intencionalmente ou não, deixa aberta.
À escala nacional este fenómeno assumirá certamente proporções assinaláveis e representará em termos financeiros valores significativos, quer do lado da receita através dos impostos que não são cobrados, quer do lado da despesa pelos subsídios que lhes são concedidos enquanto “associações” ou outras entidades com denominações manhosas. Mas isso pouco importa aos arautos do rigor orçamental e do controlo da despesa pública. Preocupante, mas mesmo preocupante, é o vencimento do malandro do funcionário público que recebe a exorbitância de 500 euros por mês.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Blog com vista para a cidade (I)
sábado, 29 de março de 2008
Mobilidade a quanto obrigas
sexta-feira, 28 de março de 2008
Movimento (?!) associativo local
quinta-feira, 27 de março de 2008
Importante desmentido
Mesmo correndo o risco de desapontar os habituais leitores e de perder outros que eventualmente lá iriam dar uma espreitadela é meu dever, em abono da verdade, desmentir categoricamente a informação veiculada por esta mensagem do Panda GateDefender.
O kruzeskanhoto.nireblog.com não é um blog pornográfico. É, como ainda ontem lá escrevi, um espaço decente, onde se cultiva o bom gosto, visitado por muitas famílias e temente a Deus.
Bom, talvez não possua esta última característica mas não é por isso que merece este bloqueio.
terça-feira, 25 de março de 2008
domingo, 23 de março de 2008
Feira do Queijo
Já faz parte das tradições familiares, por esta época pascal, visitar a Feira do Queijo, em Rio de Moinhos. E, há que dize-lo com toda a frontalidade, trata-se de um certame tipo miniatura, desprovido de interesse que tem, na minha modesta opinião, os dias contados. Não gostei e, opinião partilhada por outros visitantes, é uma iniciativa que nos moldes actuais está completamente esgotada.
Acredito que não seja fácil realizar o certame de outra forma. Compreendo também que eventuais limitações de ordem financeira e restrições quanto à forma como os produtos devem estar expostos possam condicionar a organização mas, sobretudo, nota-se por ali uma enorme falta de imaginação. É por isso necessário procurar novas formas de dinamizar a “Feira” e buscar novos atractivos para que esta volte a ter a mesma qualidade de quando se realizava junto ao Campo de Futebol. Uma delas podia muito bem ser lançar o desafio aos queijeiros para tentarem confeccionar o maior queijo do mundo e, assim, entrarem para o Guinness. O record pertence a um grupo de produtores italianos que fizeram um queijo com 783,6 metros de comprimento. Certamente em Rio de Moinhos far-se-ia melhor.
sábado, 22 de março de 2008
A feira pró parque!
Sabe-se como aos Sábados de manhã é difícil estacionar no Rossio Marquês de Pombal. E ainda mais porque os comerciantes de antiguidades impedem o estacionamento na parte interior da placa central junto ao local onde decorre o mercado de velharias. Fazem-no de forma exuberante, mal-educada, arrogante e ameaçando recorrer à violência para impedir que qualquer automobilista ali estacione, legitimamente, a sua viatura. Não consta que naquele local seja proibido estacionar e, ainda que o fosse, ninguém terá delegado o poder de controlar o trânsito em gente vestida de preto a quem tudo parece ser permitido. Situações de conflito físico não terão ainda ocorrido apenas pela passividade dos cidadãos, que intimidados com este comportamento procuram outro lugar para estacionar.
Pode-se argumentar que este tipo de comércio traz mais pessoas à cidade, nomeadamente para o centro, e que é uma mais-valia face ao decréscimo cada vez mais acentuado do tradicional mercado de fruta, hortaliças e galinhas. Não seria contudo má ideia ir pensado em transferi-lo para o Parque de Feiras onde beneficiaria de um espaço mais digno e, principalmente, mais seguro para todos.
sexta-feira, 21 de março de 2008
A merda do costume
Por insistência de alguns leitores, na verdade foi só um – este e mais nenhum - volto hoje ao tema que notabilizou este blog e fez dele o décimo mais lido de Estremoz. O que até nem é mau porque apenas há nove e um deles é só para imbecis, perdão para convidados.
Como se constata, as autoridades a quem compete fazer cumprir a lei quanto à circulação de canídeos na via pública manifestam uma tolerância inusitada relativamente aos donos dos ditos. Não há notícia da aplicação de uma única coima por os animais passearem na via pública sem açaimo e/ou sem trela, nem tão-pouco por os donos não recolherem os dejectos que os seus amados bichinhos vão largando na via pública. Que por acaso até é de todos.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Preservar é preciso.
Politica de Privacidade
domingo, 16 de março de 2008
Ideias divulgam-se
sexta-feira, 14 de março de 2008
Donos danados
segunda-feira, 10 de março de 2008
Cartões e outras complicações
São cada vez mais os municípios que oferecem aos seus munícipes mais jovens ou mais idosos os chamados “cartão jovem municipal” e o “cartão municipal do idoso”. A estes cartões estão normalmente associados descontos, mais ou menos generosos, na aquisição de bens ou serviços prestados pela autarquia e outros, praticamente insignificantes - ridículos seria mais exacto - que podem ser obtidos junto de empresas e instituições de carácter privado.
A proliferação destes cartões vem, quanto a mim, contrariar todas as regras que o tão falado programa governativo “Simplex” pretende instituir na administração pública portuguesa e constitui apenas mais uma perda de tempo, desperdício de recursos e que merece uma avaliação claramente negativa para os serviços que o promovem. Uma não conformidade, se quisermos ser modernaços.
Parece óbvio que, caso uma autarquia ou qualquer outra instituição pretenda conceder um desconto a alguém cuja idade se enquadre dentro de determinados parâmetros previamente estabelecidos para o efeito, bastará pedir o Bilhete de Identidade. Deste documento consta, normalmente, a data de nascimento e o concelho de residência - acabo de o confirmar através da visualização do meu próprio B.I – e essa seria prova suficiente para a obtenção do desconto ou beneficio estipulado para a respectiva faixa etária.
No entanto, e já que se entrou nesta moda de cartonização (eu sei que a palavra não existe mas ainda assim apetece-me escrevê-la, até porque o blog é meu e por isso dou os pontapés na gramática que muito bem me apetecer) para quando o “cartão municipal do cidadão de meia-idade”? Ou, para que a coisa seja mais exacta, o “cartão do munícipe quarentão”, e o “cartão municipal dos cinquentinhas” ?!
sábado, 8 de março de 2008
Algo verdadeiramente útil
No mercado de velharias que semanalmente se realiza no Rossio Marquês de Pombal, em Estremoz, é possível encontrar de tudo um pouco. Livros, móveis antigos, arte sacra e toda uma panóplia de inutilidades, merecem a curiosidade dos muitos visitantes que percorrem o espaço e, embora aparentemente não sejam muitos os compradores, o negócio parece não correr mal de todo se o avaliarmos pelo número crescente de vendedores que ali colocam os seus “produtos” à venda.
Por estranho que pareça ainda ninguém se lembrou de certificar a “qualidade” e a “origem” do que está exposto, embora se saiba que grande parte são peças recuperadas do lixo jogadas fora pelos seus proprietários. Possivelmente será o caso desta fatiota de padre, proveniente da limpeza de uma qualquer igreja.
