Uns quantos cidadãos estrangeiros terão ido, propositadamente, de Lisboa a Santarém com o intuito de gozar as delícias decorrentes da utilização de um parque aquático. Uma decisão aceitável, pese a maçada da deslocação. Mais difícil de aceitar é terem decidido que iam usufruir daquilo, incluindo a parte da água, inteiramente vestidos. Situação que, diga-se, começa a ser normal mesmo entre os portugueses. Por cá já ocorreram cenas parecidas. Mas, por maior que seja a compreensão manifestada pelos média ou outros defensores de todas as minorias, ir com a roupa que se traz vestida para dentro de uma piscina é completamente parvo. E próprio de javardos, também. Aquilo, graças aos produtos químicos com que tratam a água, estraga a fatiota toda em menos de um ápice. Embora isso, obviamente, seja problema deles. O que incomoda os demais utentes é a “barrasquice” associada a esse comportamento. Por muito bonito que seja o multiculturalismo, o respeito pelas regras de higiene e a saúde pública são muito mais. Até porque, em matéria de lavagem de roupa, não consta que as lavandarias tenham uma prática discriminatória.
segunda-feira, 22 de agosto de 2022
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Piscinas para cães

Praias para cães são já umas quantas. Mas, com tanto pulguento por aí, ainda serão poucas. Diz que este ano abrirão mais umas tantas, que isto os autarcas estão ansiosos por agradar aquela franja de eleitores que não dispensa a companhia do seu patudinho mai’lindo nem mesmo quando vai a banhos. Uma javardice, é o que é. Mas, pronto, isso é lá com eles.
Por cá ainda não se lembraram de criar piscinas onde o anjinho de quatro patas se possa banhar mais o seu tutor. Que agora, diz, é assim que se chama a quem tem um animal. Deve estar para breve, isso das piscinas. Sim que a ausência deste tipo de equipamento, nomeadamente no interior, constitui uma lamentável lacuna. Para a qual, convenhamos, qualquer autarca minimamente sensível à problemática já devia ter encontrado uma solucionática. Pois. Que isto os bichos e as bichas de cá não são menos que os do lá.
domingo, 31 de julho de 2016
Se não gostam, vão-se embora!
Parece que numa cidade alemã uns quantos cidadãos de origem serracena foram expulsos e proibidos de voltar a utilizar a piscina lá terra. Estavam, segundo a autoridade local, a incomodar os restantes utentes. Nomeadamente, conforme os relatos que os órgãos de comunicação social nacionais não fazem, a reclamar de no local estarem mulheres completamente desnudadas. O que, no caso, não admira por se tratar de uma piscina para nudistas. Uma espécie de crime, para aquela gente cujo mulherio anda tapado desde os cascos até aos cornos.
Incomodar os outros parece constituir o desígnio das minorias. Nomeadamente daquelas minorias que, por um ou outro motivo, não se querem integrar na sociedade, mas que vivem à conta dos que hostilizam. Esta é uma história que se repete nas mais variadas paragens. Por este, ou por outros motivos igualmente fúteis. Daí que expulsá-los dos locais onde fazem tropelias faça todo o sentido. Não perceber isso pode, até, ser legitimo. Não deixa é de ser parvo.
domingo, 12 de julho de 2015
Pelo fim da discriminação dos incontinentes fecais!
Entre alguma intelectualidade mais esquerdalha está a fazer imensa comichão o facto da entrada nas piscinas cá do sitio ter sido vedada aos moradores do resort na sequência de, alegadamente, lá terem arreado o calhau. “Ah e tal por um não podem pagar todos” tem sido o argumento mais utilizado pelos defensores da liberdade de uns quantos continuarem a cagar na mesma água onde outros se banham.
Admito que têm alguma razão. Nas piscinas cobertas – em todas – nomeadamente quando os utentes são petizes de tenra idade, sucede de vez em quando o mesmo problema e, nem por isso, a criançada é proibida de usufruir dos benefícios da natação. Daí que me surpreenda que esses intelectuais, dotados como se sabe de um nível de inteligência imensamente superior ao comum dos mortais e capazes de produzir ideias como ninguém, não se tenham lembrado de uma solução que a todos agrade e que é usada nestas circunstâncias.
Em lugar de fazer queixinhas ou embirrar com quem tem coragem de tomar decisões, podiam propor medidas alternativas. Como, por exemplo, sugerir que aos ditos frequentadores incontinentes fecais fossem – como às crianças pequenas, pois o grau de desenvolvimento intelectual é mais ou menos o mesmo - distribuídas fraldas. Ou, às gajas que vão para a água vestidas para não lhes verem as carnes, fatos de banho islâmicos. Tudo gratuitamente, claro. Por causa dos trocos. Não vão os pobrezinhos pagar com notas de cem ou quinhentos euros...