Isto da guerra entre Israel e os terroristas do Hamas tem causado um nível de crispação nas sociedades ocidentais como, assim que me lembre, ainda não se tinha visto. Nomeadamente acerca de assuntos que, directamente e no imediato, não nos dizem respeito. É pior, muito pior, do que a invasão russa da Ucrânia.
Diria que a esmagadora maioria - não digo todos só para não ser demasiado conclusivo – dos que tomam partido contra Israel estão-se nas tintas para os palestinianos. Fazem-no por constituir mais uma oportunidade para destilar ódio contra os EUA, a Nato, a UE e a democracia em geral. Ou a liberdade, que é um conceito que lhes enche a boca, mas de que na verdade não gostam nada. Nunca se manifestarão por iranianos livres, sírios a viver em paz, libaneses a recuperar o controlo do seu país ou afegãos a poderem viver sem medo dos talibans. Tal como nunca saíram à rua pelas incontáveis vítimas do terrorismo islâmico.
Por mim, neste e em todos os conflitos onde um dos contendores não permite que as mulheres usem mini-saia, sei de que lado estou.
KK, o seu post — de uma ponta à outra — é um escrito contra a cobardia que por aí abunda.
ResponderEliminarQuanto ao uso de saias muito curtas (também há calções muito curtos) a responsabilidade é das mulheres. Elas lá sabem porquê e eu gosto de as ver nesses preparos. Deve ser de alguma praga que me derramaram em criança...
As situações aqui descritas têm, como principal criador, uma apelidada grande potência, seguida por outras duas ou três grandes discípulas.
ResponderEliminarHá quem diga que estamos à beira de uma guerra mundial. Será que quem isto pensa não tem em consideração que a História está cheia de aberrações letais?
Ou seja, em guerra vive o Mundo, há muitos séculos.
Diferença: agora faz-se uma desestabilização com base no progresso tecnológico.
Nero, lá no seu tempo, não sendo bombeiro, preferiu assistir ao fogo e terá dito 'deixa arder!'.
Cumprimentos, caro KK.
As feministas de hoje lutam contra a proibição das vestes islamicas em França e calam-se perante a impossibilidade das mulheres muçulmanas usarem o que lhes apetece nos seus países. Ao que isto chegou!
ResponderEliminarCulpar os EUA, o Ocidente, o homem branco ou o que mais calhar é uma forma de menorizar o mundo muçulmano, os africanos e todos aqueles que não se sabem governar. Até parece que aqueles povos são uns coitadinhos sem inteligência ou vontade própria Não compro essa "verdade".
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Voltando ao Próximo Oriente. Um apanhado fássista da História em https://algolminima.blogspot.com:
ResponderEliminarAntes do actual Estado de Israel, existia o mandato britânico para a Palestina — e não um Estado palestiniano.
Antes do mandato britânico, existia o império otomano — e não um Estado palestiniano.
Antes do império otomano, existia o Sultanato Mameluco do Cairo — e não um Estado palestiniano.
Antes do Sultanato Mameluco do Cairo, existia o sultanato árabe/curdo de Ayubid — e não um Estado palestiniano.
Antes do sultanato Ayubid, existia o reino cristão/Franco de Jerusalém — e não um Estado palestiniano.
Antes do reino cristão de Jerusalém, existiram os impérios Omíada e Fatímida — e não um Estado palestiniano.
Antes dos impérios Omíada e Fatímida, existia o império bizantino — e não um Estado palestiniano.
Antes do império bizantino, existia o império Sassânida — e não um Estado palestiniano.
Antes do império Sassânida, havia por lá outra vez o império bizantino — e não um Estado palestiniano.
Antes do império bizantino, havia o império romano — e não um Estado palestiniano.
Antes do império romano, existia o reino dos Asmoneus — e não um Estado palestiniano.
Antes do reino dos Asmoneus, mandava por lá o império dos Selêucidas — e não um Estado palestiniano.
Antes dos Selêucidas, Alexandre o Grande estava no poder na Palestina — e não um Estado palestiniano.
Antes de Alexandre, havia por lá o império persa — e não um Estado palestiniano.
Antes do império persa, existia por lá o império da Babilónia — e não um Estado palestiniano.
Antes da Babilónia, existiam na Palestina os reinos de Israel e Judá — e não um Estado palestiniano.
Antes dos reinos de Israel e Judá, existia por lá o reino unificado de Israel — e não um Estado palestiniano.
Antes do reino de Israel, existia no território a teocracia das 12 Tribos de Israel — e não um Estado palestiniano.
Antes da teocracia das 12 Tribos de Israel, existia um aglomerado de reinos independentes de Cananeus — e não um Estado palestiniano.
Nunca houve um Estado Palestiniano.
Por mim: Palestina é uma palavra que foi criada pelo idioma filisteu. Os Filisteus foram um povo originário de ilhas do mar Egeu. Dos primeiros a dominar a fusão do ferro, criaram armas mais resistentes e eficazes do que as que havia (de cobre).
Desde há milénios, Palestina é como se usa referir a um nunca definido território litoral mediterrânico entre Síria, Jordão e Egipto.
O deserto é suficientemente grande para caberem lá todos. Ninguém os manda é serem malucos, que é o nome que se dá a quem se briga por causa de amigos imaginários...
ResponderEliminarAqui mesmo ao lado. Recrutador de jihadistas em Melilla
ResponderEliminarhttp://quiosque.cofina.pt/article/282926685085938