terça-feira, 31 de outubro de 2023

Não há machado que corte...

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1 - “Plantar árvores é magnífico para o combate as alterações climáticas”, garantem os especialistas da especialidade. Mas nem era preciso. Isso até o meu gato imaginário – o Bigodes - sabe. Contudo é coisa que, cá pelo Alentejo, não levamos muito a sério. Aliás, neste âmbito, vivemos no pior dos dois mundos. Por um lado, nos campos, plantam-se árvores de forma intensiva – e abusiva, diria – e, por outro, nas localidades, o seu número é meramente residual. Sendo que, um número significativo são laranjeiras ou, as plantadas mais recentemente, oliveiras raquíticas. Nem vale a pena reclamar. É disto que os eleitores alentejanos gostam e quem manda faz-lhes a vontade. Coitados. Ambos.


2 – Sustento, desde há muito, que vivemos numa ditadura do politicamente correcto. De outra forma ninguém se sentiria obrigado a pedir desculpa por uma opinião. Ou por pensar diferente da minoria. Sim, porque colocados perante a hipotética possibilidade de casar com alguém do mesmo sexo, mesmo que se assuma do outro, poucos manifestariam essa vontade. Parvo, no entanto, é quem vai na conversa dos wokes da treta. É disso que os novos fascistas do pensamento único se alimentam. Por mim vão de carrinho. Daqueles que vão pagar muito IUC. Não passarão!


3 – Não é meu, mas tenho pena. “Houve um momento qualquer em que passámos a tolerar a intolerância. Dizem que é diversidade cultural. Agora estamos mais à frente. Passámos a promover a intolerância. Dizem que é a defesa dos direitos humanos”. É o que dá fazer caso de malucos.

8 comentários:

  1. Plenamente de acordo. E podar árvores também não as mata e, digo eu, também evita que elas caiam ou se partam, causando prejuízos ou ferindo alguém.

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  2. "É o que dá fazer caso de malucos" ---------------- Ou então é o que dá terem fechado boa parte dos hospitais psiquiátricos.

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  3. Totalmente de acordo contigo! Já não sei quantos emails mandei para a poda das árvores da minha rua...resposta e acção:ZERO! Enfim!
    Beijocas e um bom dia

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  4. Sem dúvida. Embora actualmente exista um certo exagero na maneira como se podam as árvores. Praticamente só deixam ficar o tronco.

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  5. Salvo uma ou outra honrosa excepção nas aldeias, vilas e cidades alentejanas o número de árvores é manifestamente insuficiente e, em muitas circunstâncias, abatem-nas a pedido dos moradores. Ou seja sacrifica-se a existência das árvores à sobrevivência dos politicos.

    Cumprimentos

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  6. 1- Já critiquei e critico a falta de árvores nas cidades. Trazem verde, oxigénio e sombra, mas há alergia dos arquitetos paisagistas a elas. Agora está na moda as ciclovias (e bem !) mas à custa do corte de árvores nos trajetos. Será mesmo necessário?
    2-Por acaso ouvi em direto e não achei sequer que fosse tema para ser discutido num noticiário. O jornalista achou que ofendeu outra pessoa e pediu desculpa. Não vejo problema nisso, vejo mais na pertinência do tema. Acho que MST tem valor para comentar coisas mais úteis.

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  7. 1 - Aqui no Alentejo há localidades onde, no espaço público, as únicas árvores são laranjeiras. Por mim, que até aprecio laranjas, acho uma estupidez.

    2 - Independentemente da manifesta irrelevância do tema, todos temos direito a expressar livremente a opinião que entendermos.

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