sábado, 28 de outubro de 2023

Agricultura da crise

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Pouco há para acrescentar ao muito que aqui tenho escrito acerca da agricultura da crise. Foi apenas mais um sábado no quintal. Uma manhã, vá. Ou nem isso, porque antes ainda houve a sacramental volta pelo mercado cá da urbe.


A colheita de hoje está à vista. Dois morangos fora de época, uma abóbora que ficou esquecida, couve, chuchus e a primeira parcela de batata-doce. Pela rama prometia mais, mas afinal apenas deu aquilo. Confesso a minha decepção perante a fraca produtividade do tubérculo.


Entretanto a couve está a ser atacada pelas lagartas. Se alguém for conhecedor de uma forma de as afastar sem as magoar, não me diga nada. Prefiro esborrachá-las.

6 comentários:

  1. Esborrachar, eu, nunca! Sujam-se os dedos ou o calçado.
    Um piparote na outra face da folha é o que eu faria, antes de a regar com éter (caro), álcool ou bagaço (médio), urina (em conta).
    E começava a papar estas folhas que, pela foto, estão catitas.

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  2. Que maravilha de colheita e fizeste-me rir com as tuas últimas palavras:)))
    Beijocas e um bom domingo

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  3. Tal como sucede com as moscas também há muita maneira de matar lagartas!

    Cumprimentos

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  4. Não foi má, a colheita...quanto às lagartas foi só para embirrar com os amiguinhos dos animais

    Cumprimentos

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  5. As lagartas, a minha mãe sacode-as para as galinhas: suplemento de proteína gratuito, com a vantagem de não haver dedos ou sapatos sujos.

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  6. É uma boa opção. Eu meto as folhas mais estragadas no compostor.

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