sexta-feira, 14 de julho de 2023

Verde que te quero castanho

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Reclamei vezes sem conta da bosta de cão na relva que circundava três dos quatro lados do Rossio cá da terra. Uma porcaria. Uma imundície, digamos. Até mesmo para os jardineiros, que ao cortar a relva projectavam merda de cão em todas as direcções. É pois com imensa satisfação que constato estar o problema prestes a ser resolvido. Merda de cão a infestar a relva é agora coisa rara. Acertar numa área relvada exige um nível de precisão ao nível da cagada muito difícil de concretizar para qualquer rafeiro. Porreiro, pá.

4 comentários:

  1. Infelizmente é por todo o lado e chamados à atenção ainda refilam!
    Beijos e um bom sábado!

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  2. Estimado KK,
    Como Vexa, eu estou sempre do lado da limpeza e contra a bosta. Fui criado (educado) no respeito pelos outros.
    Aqui, nos bairros por onde ando a pé, a bosta é semelhante.
    Contudo, vejo que alguns que passeiam o cão usam uma luva com que apanham a bosta do bicho, a enrolam na luva e irão deitá-la num caixote do lixo — seu ou do povo.
    Há luvas — que nos hospitais, há 40 anos, eram chamadas de palhaço — feitas de plástico fino e transparente, numa medida única e que agora são usadas para apanhar pão ou outros alimentos que a lei diz que se devem apanhar com higiene.
    Gostaria de saber como está o «problema prestes a ser resolvido».
    Abraço, sem luvas.

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  3. É verdade, mas é inqualificável a tolerância das autoridades - notoriamente incompetentes - relativamente a este comportamento.

    Bom fim de semana!

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  4. O problema está prestes a ser resolvido por já quase não existir relva...

    Bom fim de semana!

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