
Esta mania dos engenheiros, arquitectos ou seja lá quem for em projectar passeios desmesuradamente largos é no que dá. A malta fica sem espaço para estacionar. Verdade que, neste caso, o passeio nem tem uma largura por aí além. Contudo se fosse mais estreito não fazia mal nenhum e o camião já cabia no estacionamento. Assim, por notória e mais que evidente falta de espaço, obrigam o motorista a aparcar desta forma. Coisa que ele nem queria, com toda a certeza.
Há obras camarárias que não lembram o diabo e por aqui nem te digo nem te conto!
ResponderEliminarBeijos e um bom dia
Temos muitos "iluminados"
ResponderEliminarBeijinhos, Kruzes
Bom Fim de Semana
Onde acaba o passeio e começa o estacionamento?
ResponderEliminarO melhor é ficar assim, no 'segredo dos iluminados'.
Cumprimentos, caro KK.
O problema nem sempre são os engenheiros, é o desleixo. Sintra tem falta de estacionamento e de inovação. Alguns passeios, com pequenas alterações conseguia-se estacionar carros e manter os passeios. Em abono da verdade, diga-se que se não fossem os pilaretes (coisa que considero de mau gostos e até perigosa para os peões) certamente os passeios seriam todos estacionamento.
ResponderEliminarNeste caso o problema não é da obra. O camionista é que, apesar do espaço imenso ao seu dispor, resolveu estacionar em cima do passeio!
ResponderEliminarBom fim de semana.
Neste caso o tipo do camião. . Deve ter medo da escuridão e ficou no passeio junto ao poste.
ResponderEliminarBom fim de semana
Se calhar o cavalheiro não quis sujar os pneus...
ResponderEliminarBom fim de semana, caro António!
Sintra, quer a vila quer o concelho, tem demasiados carros e demasiadas pessoas. Gerir um território dessa natureza é quase uma missão suicida. Se, obviamente, quiser ir além da gestão corrente do dia a dia.
ResponderEliminarHá 25 anos que Sintra vila é património Mundial e eu, que resido cá vai para 65 anos, sempre me lembro de se flar do trânsito, da necessidade de retirar carros do centro.
ResponderEliminarNâo creio que em 65 anos e 25 anos depois de se tornar património mundial, não se tenha apenas duas coisas:
1-Parques periféricos (Zermatt na Suíça é um bom exemplo e bem velho, pois é mundialmente conhecida por não ter trânsito automóvel dentro da vila) dotado de transportes que tragam as pessoas até ao centro.
2-Não exista um único parque de campismo que evite caravanas (mal) estacionadas por todo o lado.
Acredito que no dia em que ocorra um incêndio na Vila (restaurantes são bem propícios a isso) e os bombeiros vejam os acessos todos empancados, se venha dizer que já está aprovado um programa para retirar o trânsito do centro.