1 – Dia de olhar para o recibo de vencimento, nomeadamente para a coluna dos descontos, é dia de indignação. Aborrece-me trabalhar para sustentar magotes de calões, com idade para serem meus filhos ou meus netos, não bulirem a ponta de um corno. Se toda esta maralha trabalhasse talvez não fosse necessário roubar tanto a quem trabalha para financiar a TAP, a CP, a banca e outros devaneios socialistas.
2 – O mundo está, decididamente, ao contrário. Ainda sou do tempo em que não existia “Estado-social” e as pensões de reforma constituíam um conceito praticamente desconhecido. Eram, por essa altura, os filhos que trabalhavam para sustentar os pais. Felizmente, tudo isso mudou. Mas não era preciso mudar tanto. Hoje são os velhos que trabalham e sustentam toda a fauna que por aí se pavoneia alarvemente exibindo a sua mandriice.
3 – A Madre-superiora do Bloco de Esquerda vai dar o lugar a outra. Será, ao que tudo indica, a sacerdotisa Mortágua a suceder-lhe no cargo. Deve ser, também, por isso que ambas as duas têm marcado presença em tudo o que seja manifestação. Tudo, é como quem diz. Nas manifestações dos agricultores ainda não vi nenhuma. Porque será?
Quer queiramos quer não, vivemos melhor do que vivíamos na altura em que não havia Estado Social.
ResponderEliminarMas tenho que concordar com o ponto 2, ainda que não saiba se é só falta de vontade de trablahar se é falta de muito trabalhao que existia e agora não existe, no tempo em que não havia Estado Social, porque também sou desse tempo e sei muito bem o que é (não de ler mas de fazer) agricultura.
Os muitos e alguns inexplicáveis apoios sociais estimulam a ausência de vontade de trabalhar. E isso reflete-se no ordenado de quem trabalha. Não há milagres.
ResponderEliminarSubscrevo porque eu não diria tão bem sobre o estado da coisa!!!!
ResponderEliminarAbraços e um bom dia
ResponderEliminarPlenamente de acordo com os 3 pontos
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
São só uns desabafos...já que não posso fazer mais nada para contrariar estes desmandos!
ResponderEliminarCumprimentos
Obrigado, Luísa.
ResponderEliminarCumprimentos