1 – Mais uma negociada, alegadamente manhosa, a envolver a TAP. Descobriu-se, desta vez, que em 2011 o governo de então teria tido conhecimento de um “esquema”, que meteu compra de aviões a um preço superior ao que outras companhia pagaram pelo mesmo modelo de aeronave, com a finalidade de, alegadamente, beneficiar o então acionista maioritário. Duzentos e onze milhões, estima-se, terá sido o resultado da alegada marosca. Tudo culpa do Passos, já cá faltava. Coisa de meninos, se comparados com os três mil e setecentos milhões que os contribuintes portugueses enfiaram naquela empresa, para satisfazer os devaneios ideológicos dos inconsequentes mentais do BE e PCP.
2 – Por falar em comprar cenas por preço superior ao que outros compram. Acontecerá muito quando se juntam vendedores com reconhecida experiência na área da trafulhice e compradores com vontade de serem enganados. Especialmente se o dinheiro dos segundos não for deles e os primeiros tiverem um nível de generosidade particularmente elevado no que concerne à repartição de comissões. Dizem, que eu dessas coisas não sei nada.
3 – Uma moçoila daquelas que anda lá pelo governo a fazer de assessora, ou lá o que é que a menina faz, sugeriu a ocupação da ponte 25 de Abril como forma de protesto contra a chamada crise da habitação. Ainda que quando juntas na mesma frase as palavras “ocupação” e “habitação” me causem alguma brotoeja, esta ideia deixa-me visivelmente satisfeito e ansioso pela sua concretização. Não é que tenha especial apreço pela causa nem, tão pouco, por formas de luta que incomodem quem não tem nada a ver com o assunto. É só por recordar que foi com uma cena parecida que se iniciou fim do cavaquismo.
Todas as manhosices nascem e crescem porque o povo é sereno. Isto é não passa de estúpido.
ResponderEliminarAbraço