
Provavelmente muita gente já não se lembra – que isto, como dizia o outro, há muita falta de memória na política e nos políticos – mas convém não esquecer que foi a falta de dinheiro, provocada pela trágica governação do PS que conduziu o país à falência, que levou o governo de então a proceder a uma subida brutal dos impostos, nomeadamente o IRS.
Seria lógico esperar que, numa situação de relativo desafogo dos cofres do Estado, baixar os impostos fosse uma das opções quando se pretende aliviar a pressão que a inflação está a causar nos salários. Mas não. Isso não é coisa que ocorra a um governo socialista muito mais empenhado em governar para as clientelas que lhe garantem a reeleição.
Depositar cento e vinte cinco euros na conta de cada contribuinte vai servir de muito pouco. Servirá, quando muito, de propaganda eleitoral lá mais para frente e, no imediato, para injectar dinheiro nos bolsos dos empresários da restauração. É a caridadezinha socialista. Habitue-mo-nos, que para o ano há mais..
A falta de memória é tramada. Se afetasse só os políticos eu dava de barato, mas o povão também gosta muito de mandar bitaites e vai daí, nasceu o provérbio; Faz o que eu digo e não faças o que eu faço. A história é circular e o comportamento humano também, daí que os erros se repitam de forma cíclica.
ResponderEliminarSerá que há mais para o ano?
ResponderEliminarAi povinho de olhitos bem fechadinhos!
Beijinhos, Kruzes
Feliz Dia
Quase de certeza...a generosidade socialista com o dinheiro dos outros não conhece limites...
ResponderEliminarBom fim de semana, Luísa!
A falta de memória é geral, mas enquanto a minha é absolutamente irrelevante a dos politicos já não é bem assim...
ResponderEliminarPara o ano NÂO há mais.
ResponderEliminarCumprimenta
Não desvalorize a sua falta de memória, ela faz parte da falta de memória coletiva e esta, por sua vez, alimenta a turba das redes sociais.
ResponderEliminarE, por estranho que pareça, são as redes sociais que condicionam e muito as decisões políticas, até as socialistas, caridosas ou não.