

Estamos assim pela agricultura da crise. Mais uma colheita de cenas diversas de origem vegetal. Algumas de que nem sou especial apreciador, mas isto, já dizia a minha avó, tem de ser à vontade de todos os intervenientes no processo produtivo. A terra a quem a trabalha, as favas são para quem as come – que não eu – e o quintal não é do povo nem, por enquanto, de Moscovo. A labuta continua!
KK, bonito, lindo. Eu não quereria saber se gostava ou não de favas. Pelo que nos mostra, marchava tudo — com um chouriço e um copo de tinto. Tal como Vexa, eu sigo os providenciais conselhos de minha Mãe e de minha Avó.
ResponderEliminarVêm aí os russos? Não? Então, siga a agricultura porque, se isto é (da) crise, vou ali e já venho.
ResponderEliminarA terra a quem a trabalha? E quem é que a trabalha? Já sei, na Soeiro Pereira Gomes está o segredo 👀👀
Cumprimentos, caro KK.
Que maravilha de colheita e gosto muito de favas...mas olha que se pudesse rapinava-te um pouco de tudo:))))
ResponderEliminarBeijos e um bom sábado
Olha tbm tenho uma pequena hortinha
ResponderEliminarNah...favas e sushi hei-de comer apenas para comemorar o dia de S. Nunca!
ResponderEliminarDa crise é uma maneira de dizer... um destes dias ainda lhe mudo o nome para agricultura do "entretém"!!!
ResponderEliminarCumprimentos
Provavelmente será sorte de principiante mas, até agora, as colheita têm sido excelentes. A excepção foram umas cenouras, que ficaram do tamanho de um dedo!!
ResponderEliminarCumprimentos
A minha não é bem uma horta. É um canteiro aqui em casa e um quintal na outra propriedade. Chega para dar cabo das costas!
ResponderEliminarAi dá cabo dá. Tive que comprar um cabo para enxada porque o anterior era muito curto e lixava-me as costas
ResponderEliminarAfinal tens boa fruta em casa
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