
Uma chatice, isso dos folares. Um aborrecimento, até. É a carestia de vida que está aí outra vez para nos apoquentar. Mas, descansem todos os que têm menos de quarenta anos e nunca tiveram de se governar em tempos de inflação, que nem tudo é mau quando os preços sobem de forma generalizada. Os juros dos depósitos bancários, nessas alturas, também costumam crescer. Ali pelo meio da década de oitenta do século passado rondavam os trinta por cento. Era, então, ver o pessoal todo contente com o crescimento das contas bancárias. Ora hoje, como parece que o dinheiro depositado nos bancos é mais do que nunca, nem quero imaginar a festa que vai ser quando os juros subirem. Fica tudo rico em pouco tempo. Ou, pelo menos, dá para o folar.
Trata-se, de facto, de uma situação difícil de ultrapassar. Sendo, maioritariamente, feito de cereais vindos da Ucrânia, o folar corre um sério risco de encarecer; e, com ele, uma série de bens alimentares de primeira necessidade, como as bolachas de água e sal, aquelas, tão boas, com uma coisa pegajosa no meio, a cerveja preta. Até os bolos, que, apesar de, segundo creio, levarem menos farinha, não deixarão de se ressentir.
ResponderEliminarEnfim, tudo alimentos saudáveis, prioritários e pouco calóricos, cujo consumo, muito injustamente, teremos de moderar.
Ah, e há, também uma espécie de guerra que está a causar isto tudo, pois é. Mas, o folar é, de facto, muito mais importante...
Poderei suportar todos os aumentos, até dos bens essenciais. Agora, não me lixem, os folares não!
ResponderEliminarE com esta me vou.
Cumprimentos, caro KK.
Vendo desta maneira até que a coisa se torna animadora
ResponderEliminarBeijinhos, Kruzes
Feliz Dia
Ou, então, o governo fixa um preço máximo de venda ao público do folar e nacionaliza todas as confeitarias!
ResponderEliminarEm alternativa podem fazer os bolos mais pequenos. Por exemplo, será que se justifica uma lingua de sogra daquele tamanho todo? Além de discriminatório para as sogras parece-me que o governo já devia ter tomado medidas no sentido de limitar o comprimento do bolo. Em nome da saúde pública e isso, que é uma coisa que fica sempre bem e a malta gosta!
ResponderEliminarCumprimentos
Há que ver o lado bom da coisa!
ResponderEliminarCumprimentos
Espero que ninguém por lá leia esta sua resposta. Com a inteligência emocional que reina entre quem rege os nossos destinos, é uma ideia que ainda acabam por aproveitar...
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