
A noticia, contrariamente ao que qualquer pessoa normal possa pensar, não foi publicada na página criminal de nenhum jornal. Nem, sequer, naquela outra que os periódicos reservam para as excentricidades e piadolas diversas. Consta, sim, do suplemento cultural de um diário alegadamente de referência. Má, na minha irrelevante opinião, mas nem por isso menos referência. Trata-se da venda em leilão de uma escultura imaterial. Ou seja, que não existe. Noutros tempos estaríamos perante uma burla. Agora é arte. E da boa, a julgar pelo preço.
Não sei por que raio anda a GNR a visitar os velhotes que vivem isolados e a alerta-los constantemente para os cuidados a ter com os burlões que se fazem passar por isto e por aquilo. Tempo perdido, está bem de ver. Um dia destes ainda depara com um velhinho que entregou as poupanças de toda a vida a um artista que lhe vendeu um quadro imaterial. Uma obra prima da pintura burlesca, quiçá. Depois sempre quero ver, com um argumento cultural desta índole, quem é o desprezível inculto que se atreve a condenar a actividade de burlar em geral.
Isso foi simplesmente uma treta para branquear uma dívida de "pó branco", conhecida também por fariña. Assim tudo ficou contente com a "estória para engrupir crentes" de artistas plásticos no varão, na vadiagem e no deboche.
ResponderEliminarAo que o 'Público' chegou!!!
ResponderEliminarO que mais nos esperará no jornalixo lusitano?
Bom feriado, KK, cumprimentos.
Vigarices finórias é o que é...
ResponderEliminarO pessoal agora faz tudo para parecer que é muito culto...até aceitar parvoices destas!
ResponderEliminarCumprimentos
Sempre houve, sempre há e sempre haverá gatunos e aldrabões.
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