Tenho especial apreço por gente empreendedora. Daquela que faz pela vidinha. Por cá temos muito disso. Uns alegadamente e outros nem tanto. Num primeiro grupo estará incluída uma certa malta que resolveu empreender na área informática. Nomeadamente no âmbito da vigarice com o Mb Way. Aquilo, diz, ali para os lados do resort eram empresas familiares até mais não. Todas, alegadamente, com enorme sucesso. As burlas, ao que consta, eram umas atrás das outras e os proveitos ter-se-ão multiplicado. Até que os desmancha-prazeres entraram em cena e o negócio foi por água abaixo.
Na sequência de tudo isto, Estremoz é, por estes dias, um lugar a evitar. Os dinâmicos empreendedores têm estado a ser ouvidos no tribunal cá do sítio, o que tem suscitado uma imensa romaria de familiares e amigos. São mais que muitos e estão por todo o lado. Incomodam, deixam tudo sujo e dão uma péssima imagem da cidade a quem nos visita. Uma vergonha, como diria o outro. E devem estar todos de férias ou coisa parecida. São às centenas os calmeirões esparramados pelas esplanadas e bancos de jardim ou espojados pela relva. Mais valia terem deixado as criaturas continuar na sua vidinha de patifório. Só caía que é parvo, possivelmente iam conseguir roubar o suficiente para comprar uma casinha e, assim, poupar uma dezena de milhões de euros aos contribuintes. Mas, principalmente, poupavam-nos este triste e degradante espectáculo no centro da cidade a que temos assistido e que, parece, ainda vai continuar mais uns dias.
Se calhar vivem à custa dos vigaristas
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Sábado
Também. Mas seguramente a esmagadora maioria vive à nossa custa...
ResponderEliminarCumprimentos