Tenho para mim que os jornalistas são os principais responsáveis por esta deriva linguística que nos coloca a todos a falar de maneira esquisita. Daí que não lamente quando um deles – embora o coitado até possa não ter culpa nenhuma – é vítima desta ditadura do politicamente correcto que a classe ajudou a implementar. Como, se calhar, é o caso do profissional da Lusa que se atreveu a mencionar, numa nota para uso próprio que por acaso vazou para o público, a cor da pele de uma deputada. Para a próxima ele que faça como os trolhas de uma obra aqui perto. Apenas um deles é negro. Mas ninguém lhe chama preto. Levam o dia a chamá-lo por branquinho. “Ó branquinho olha a massa”, “ó branquinho chega aí uns tijolos” ou “branquinho pá, deixa lá as miúdas”. Vá, chamem-lhes parvos. Ou racistas, se puderem.
Ah, esqueci-me de agradecer pelos votos de bom final de semana, muito obrigada,
ResponderEliminarQuanto a esta tua publicação, de facto, há pessoas que falam de maneira tão esquisita que quase nem se entende o que elas dizem, fica bem,
Chamo o SOS Racismo a pronunciar-se.
ResponderEliminarBom fim de semana, caríssimo.
ResponderEliminarAi a ditadura do politicamente correcto ... só hipocrisia!
Beijinhos Kruzes
Feliz Sábado
A novilingua é lixada...
ResponderEliminarCumprimentos
O SOS Racismo sabe com quem se mete...com os trolhas era capaz de terem azar!
ResponderEliminarCumprimentos
São os "Venturas" de esquerda...espécie que cada vez há mais!
ResponderEliminarCumprimentos
achei graça à palavra novilingua,
ResponderEliminarTudo de bom para ti,
Modernices...
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