
Que a coisa não está fácil toda a gente sabe. Tirando, talvez, aquela parte da população que anda por essas redes sociais fora a pretender fechar o país. “Têm-no” garantido, daí tanto se lhes dê que outros não se possam dar ao luxo de se trancar em casa. É que isso do graveto cair na conta bancária independentemente do esforço desenvolvido não assiste a todos.
É, mais ou menos, como aquilo do teletrabalho. Até parece que estou a ver, já amanhã, toda a gente a querer ir tele-trabalhar. Só porque sim. Ou porque outros vão e eles também querem. Mesmo que as funções que desempenhem se relevem manifestamente incompatíveis com o conceito de trabalhar à distância. Que isto se é para uns é para todos, argumentarão com as habituais certezas e a inteligência que os caracteriza.
Leio apelos lancinantes ao fecho das escolas. Oriundos, alguns, de auxiliares de educação. Compreendo a preocupação. Também percebo que estar três meses sem trabalhar e o ordenado a cair na continha, como da outra vez, é uma coisa prazenteira. Desconfio que pessoal que trabalha em museus, teatros, cinemas, bibliotecas, front-offices e afins também se pretenderá recolher no aconchego do lar. Não seria coisa inédita. No entanto, ao que me pareceu ouvir, o primeiro ministro falou em teletrabalho e, que eu desse por isso, em momento algum se referiu a teledescanso. É bom que toda a gente perceba a diferença.
É o maldito funcionalismo público de parasitas que prejudica este país. Querem pouco trabalho e muito dinheiro. É a nossa máfia com sindicatos e lobis.
ResponderEliminarNão concordo com as generalizações efetuadas a propósito de tele trabalho. em todo o post passa a ideia que o teletrabalho é um lay-off pago a 100%. não é verdade. e acredita que preferia estar no escritório do que em casa. desde maio que sempre que tinha oportunidade ia para a empresa, mesmo com o custo (esperado) do combustível e portagens. Pode haver quem aproveite o teletrabalho para fazer gazeta porque não é controlado, mas é injusto generalizar
ResponderEliminarÉ exactamente o contrário. Defendo o teletrabalho para quem pode trabalhar longe do escritório. Não estou é a ver como é que a empregada de limpeza, a guia turistica ou a auxiliar de uma escola pode teletrabalhar...
ResponderEliminarSou contra todos os parasitas. Públicos ou privados.
ResponderEliminarJá estou a ver a maltinha toda a pedir o teletrabalho , aliás teledecanso
ResponderEliminarBeijinhos Kruzes
Feliz Domingo
Isso de certeza. Diz que até já houve num certo sitio pedreiros e jardineiros em teletrabalho. Não é que eu acredite, mas contaram-me...
ResponderEliminarCumprimentos
Subscrevo inteiramente e fizeste-me sorrir:)
ResponderEliminarBeijocas e um bom dia
Desculpará, caro KK mas, mais importante que aqui depositar a minha opinião sobre o tema, é lavrar o meu protesto pela forma como um(a) dos(as) seus(uas) comentadores (as) se refere ao funcionalismo público.
ResponderEliminarNão estivesse eu numa 'casa' que não é minha e tinha soltado meia dúzia de impropérios.
'Bora lá, agora, concordar com o ilustre KK, a propósito do tele descanso. Ou será do tele trabalho? Já estou baralhado!
Cumprimentos com votos de uma boa semana.
Obrigado!
ResponderEliminarCumprimentos
Já nem ligo a ignorantes. Ou, como muito acertadamente garantia a minha avó, lavar a cabeça a burros é gastadouro de sabão.
ResponderEliminarNo actual contexto sou absolutamente favorável ao teletrabalho. Desde que isso seja possivel, obviamente. Um jardineiro ou motorista em teletrabalho já seria uma alarvidade...
Cumprimentos