quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Deixem-se de fitas, pá!

Mais uma taxinha. Agora é sobre as plataformas de streaming. Trata-se, ao que parece, de taxar filmes e séries que toda a gente quer ver, para arranjar dinheiro que permita subsidiar os que entretêm a fazer cenas que ninguém está interessado em ver.


Não é que tenha pena das empresas a quem vai ser aplicado essa taxa. Pelo contrário. Tenho é pena - e muita - daqueles palermas que acreditam que essas ditas empresas não vão repercutir esse custo na conta que apresentam aos consumidores dos seus serviços. Ou seja, de uma ou de outra maneira - que isto anda tudo ligado - todos pagaremos mais esta taxinha.


Esta maneira mesquinha de fazer política e sempre a fazer dos outros parvos causa-me elevadíssimos níveis de irritabilidade. Se querem aumentar impostos digam-no sem rodeios. Sigam o exemplo de Vitor Gaspar, olhem os portugueses nos olhos e digam-nos: “Vamos fazer um enorme aumento de impostos”. Não têm, obviamente, tomates para isso. Não é o género desta gentinha asquerosa.

7 comentários:

  1. Anónimo12:13 p.m.

    Como disse o João Pinto, o do Norte, "prognósticos só no fim".
    Ou seja, só opino sobre esta situação depois de perceber se a taxa incide sobre o consumidor final.
    Cumprimentos

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  2. Disfarçadamente põem o povinho a pagar!
    E ficam sempre bem na fotografia!

    Beijinhos Kruzes
    Feliz Dia

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  3. Mesmo que a taxa incida sobre a empresa não lhe parece que esta vai repercutir o seu valor no consumidor final? O preço de um produto ou serviço é constituido pelo seu custo acrescido da margem de lucro e, não sei porquê, desconfio que nenhuma empresa estará disposta a diminuir o segundo factor...

    Cumprimentos

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  4. A arte de enganar o povo é uma boa definição para socialismo.

    Cumprimentos

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  5. Diga uma taxa que nao se reflicta no custo imputado ao consumidor final. Caso encontre, terei todo o gosto em pagar-lhe um bilhete para uma qualquer estreia do cinema nacional, classicos intemporais, certamente visionarios no que ao reduzido numero de pessoas por espectaculo diz respeito. Desses que tao candidamente se propoe a financiar.

    Se lhe restar tempo procure uma taxa que, tendo sido implementada, tenha sido posteriormente retirada.

    E na hora da discussao do orcamento que as propostas devem ser discutidas, nao depois de implementadas, como e obvio.

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  6. No final, quem se 'lixa' é sempre o mesmo.
    Sejam qual for a taxa, seja qual for o setor de atividade...que não haja ilusões, o povo acaba sempre a pagar porque não, ninguém quer abdicar da sua margem de lucro.

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  7. Claro. Eu, por principio, nem acho mal que se criem novas taxas ou aumentem algumas das existentes. O que condeno é que não se diga a verdade - que estão a aumentar a carga fiscal - e, pior ainda, que não se diminuam os impostos sobre o rendimento. Triste, mas mesmo triste, é que os portugueses são roubados e enganados sem se importarem com isso!

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