sexta-feira, 10 de julho de 2020

Profundamente parvos

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Desde que Cavaco Silva – o melhor primeiro ministro que este país conheceu nos últimos cem anos – passou um fim de semana no “Pulo do Lobo” que, a propósito de tudo e principalmente de nada, a rapaziada dos jornais e comunicação social em geral não resiste a usar sempre que pode, a expressão “Alentejo profundo”. Mesmo que pouco ou nada – tirando a parte do Alentejo - tenha a ver com a realidade do local. Coisas da ignorância normalmente associada a quem a usa.


Neste caso o sitio em questão ficará, em linha recta, a uns quinze quilómetros da minha casa. Fico, assim, a saber que moro no Alentejo profundo. Nem vale a pena estar para aqui a dissertar quanto a isso da profundidade. Limito-me apenas a ser tão parvo como os que, sem conhecerem a realidade local, repetem que nem papagaios aquela idiotice só porque sim. Profundas serão as partes pudibundas das respectivas mãezinhas. Que, coitadas, se calhar nem têm culpa das parvoíces ditas/escritas pelas bestas que pariram.

8 comentários:

  1. Fizeste-me rir porque também não atino com a expressão "Alentejo profundo". Um disparate. Deste-me uma grande novidade Cavaco Silva foi o melhor primeiro ministro nos últimos cem anos? Para mim foi apenas e tão só o Sr. Alcatrão que com tanto dinheiro vindo já não me lembro de onde e com outro destino...não vamos mas é fazer estradas e mais estradas com tudo a que têm direito. Também para mim ficara na história como o pior presidente da república. E fico por aqui porque outro há que nunca gramei mas esse já está a fazer tijolo.
    Não digo isto pela cor do partido porque não pertenço a nenhum partido já que "partida" ando eu como sempre andei:)))

    Abraços alentejano profundo e quem me dera poder viver no Alentejo.

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  2. Anónimo2:15 p.m.

    Nota que considero importante: não poderei concordar com a opinião de que Cavaco Silva foi "o melhor primeiro ministro que este país conheceu nos últimos cem anos".
    O termo 'Alentejo profundo' deve ter nascido de uma qualquer indisposição intestinal, daquelas que nos dão a ideia de que os intestinos estão directamente ligados ao cérebro.
    Afinal, o Alentejo não é assim tão profundo. Se fosse, em vez de discutirmos a problemática do aeroporto, poderíamos ter que assumir uma discussão sobre o uso, ou não, de submarinos nas zonas 'aprofundadas' pelos especialistas da especialidade.

    Bom fim de semana, caro KK, cumprimentos.

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  3. Ó KK!
    Há vários Pulos do Lobo neste paiseco:
    um hotel em Serpa,
    um 'parking' no concelho de Estremoz, perto da
    cascata natural num estrangulamento do Guadiana (o original, o da bayer).
    A qual destes foi a Ex-vossa excelência?
    Cumprimenta

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  4. Atendendo às duas maiorias absolutas (para a AR) acredito que não serei o único a pensar assim. De resto não me lembro de outro tempo em que o poder de compra tenha crescido como nessa altura mantendo, em simultâneo, as contas públicas em ordem. Depois, convém não esquecer, veio o Guterres e rebentou com tudo.

    Cumprimentos desde o Alentejo profundo, que hoje está um braseiro.

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  5. Sinta--se á vontade para discordar! Profundidade no Alentejo só se for nas minas de Aljustrel ou nas pedreiras de Estremoz...mas, como dizia a minha avó, quem não sabe é como quem não vê.

    Cumprimentos, caro António.

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  6. Não sou muito de andar aos "pulos". E desses no meio de nenhures, voltando a citar a senhora minha avó, se lá estivesse vinha-me embora.

    Cumprimentos

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  7. Sempre me interroguei sobre esse palavra "profundo" quando se referiam ao Alentejo!!!
    Já aí estive e não achei nada "profundo", se calhar porque sou uma saloia que vive numa "profunda" Ilha no meio do Oceano Atlântico!!!

    Beijinhos Kruzes
    Feliz Sábado

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  8. Mais uma daquelas "frases-feitas" que ninguém sabe ao certo o que significa...

    Bom domingo, Luísa.

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