
Desde que Cavaco Silva – o melhor primeiro ministro que este país conheceu nos últimos cem anos – passou um fim de semana no “Pulo do Lobo” que, a propósito de tudo e principalmente de nada, a rapaziada dos jornais e comunicação social em geral não resiste a usar sempre que pode, a expressão “Alentejo profundo”. Mesmo que pouco ou nada – tirando a parte do Alentejo - tenha a ver com a realidade do local. Coisas da ignorância normalmente associada a quem a usa.
Neste caso o sitio em questão ficará, em linha recta, a uns quinze quilómetros da minha casa. Fico, assim, a saber que moro no Alentejo profundo. Nem vale a pena estar para aqui a dissertar quanto a isso da profundidade. Limito-me apenas a ser tão parvo como os que, sem conhecerem a realidade local, repetem que nem papagaios aquela idiotice só porque sim. Profundas serão as partes pudibundas das respectivas mãezinhas. Que, coitadas, se calhar nem têm culpa das parvoíces ditas/escritas pelas bestas que pariram.
Fizeste-me rir porque também não atino com a expressão "Alentejo profundo". Um disparate. Deste-me uma grande novidade Cavaco Silva foi o melhor primeiro ministro nos últimos cem anos? Para mim foi apenas e tão só o Sr. Alcatrão que com tanto dinheiro vindo já não me lembro de onde e com outro destino...não vamos mas é fazer estradas e mais estradas com tudo a que têm direito. Também para mim ficara na história como o pior presidente da república. E fico por aqui porque outro há que nunca gramei mas esse já está a fazer tijolo.
ResponderEliminarNão digo isto pela cor do partido porque não pertenço a nenhum partido já que "partida" ando eu como sempre andei:)))
Abraços alentejano profundo e quem me dera poder viver no Alentejo.
Nota que considero importante: não poderei concordar com a opinião de que Cavaco Silva foi "o melhor primeiro ministro que este país conheceu nos últimos cem anos".
ResponderEliminarO termo 'Alentejo profundo' deve ter nascido de uma qualquer indisposição intestinal, daquelas que nos dão a ideia de que os intestinos estão directamente ligados ao cérebro.
Afinal, o Alentejo não é assim tão profundo. Se fosse, em vez de discutirmos a problemática do aeroporto, poderíamos ter que assumir uma discussão sobre o uso, ou não, de submarinos nas zonas 'aprofundadas' pelos especialistas da especialidade.
Bom fim de semana, caro KK, cumprimentos.
Ó KK!
ResponderEliminarHá vários Pulos do Lobo neste paiseco:
um hotel em Serpa,
um 'parking' no concelho de Estremoz, perto da
cascata natural num estrangulamento do Guadiana (o original, o da bayer).
A qual destes foi a Ex-vossa excelência?
Cumprimenta
Atendendo às duas maiorias absolutas (para a AR) acredito que não serei o único a pensar assim. De resto não me lembro de outro tempo em que o poder de compra tenha crescido como nessa altura mantendo, em simultâneo, as contas públicas em ordem. Depois, convém não esquecer, veio o Guterres e rebentou com tudo.
ResponderEliminarCumprimentos desde o Alentejo profundo, que hoje está um braseiro.
Sinta--se á vontade para discordar! Profundidade no Alentejo só se for nas minas de Aljustrel ou nas pedreiras de Estremoz...mas, como dizia a minha avó, quem não sabe é como quem não vê.
ResponderEliminarCumprimentos, caro António.
Não sou muito de andar aos "pulos". E desses no meio de nenhures, voltando a citar a senhora minha avó, se lá estivesse vinha-me embora.
ResponderEliminarCumprimentos
Sempre me interroguei sobre esse palavra "profundo" quando se referiam ao Alentejo!!!
ResponderEliminarJá aí estive e não achei nada "profundo", se calhar porque sou uma saloia que vive numa "profunda" Ilha no meio do Oceano Atlântico!!!
Beijinhos Kruzes
Feliz Sábado
Mais uma daquelas "frases-feitas" que ninguém sabe ao certo o que significa...
ResponderEliminarBom domingo, Luísa.