quinta-feira, 25 de junho de 2020

Um pincel a cada feminista

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A discriminação da moda é o racismo. Mas há outras. As que se queiram, praticamente. Maneiras dos activistas das diversas causas se manifestarem, também. Agora, além das manifestações no sentido clássico, o que está a dar é vandalizar coisas. Escaqueirar ou borrar qualquer cena que incomode as alminhas mais sensíveis, nomeadamente. Por enquanto as principais vítimas têm sido as estátuas que homenageiam figuras ligadas à expansão marítima, aos descobrimentos ou a movimentos com alguma relevância na sociedade como, por exemplo, os escuteiros.


Discriminações, por estes tempos, há muitas. E símbolos a espatifar, também. O machismo e toda a simbologia que para aí há, por exemplo. Parece-me escandalosa a quantidade de desenhos do órgão sexual masculino, que borram as paredes de todos os lugarejos, por contraposição à ausência de pinturas alusivas ao equivalente feminino. Nem consigo perceber a passividade das feministas militantes perante visões desta natureza. Ou andam desatentas ou são demasiado preguiçosas para pegarem num pincel.

4 comentários:

  1. Temos de concordar que o órgão sexual masculino é mais fácil de desenhar e mais jeitoso que o feminino


    Beijinhos Kruzes
    Boa Noite

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  2. Aconselhar foi sempre simples:
    Agarrem-se ao pincel.

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  3. Podiam fazer um rabisco qualquer, só para dar uma ideia...

    Cumprimentos Luísa e bom fim de semana.

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