Parece que os mais recentes números relativos à mortalidade em consequência da gravidez constituem um retrocesso para valores semelhantes aos dos anos oitenta do século passado. Culpa, de certeza, das políticas de direita praticadas por esse malvado do Passos. Ou do ministro da saúde daquele tempo. O Dr. Morte, ou lá o que era.
Por falar em mortandade. As facas, essas marotas, não param de atacar passeantes. Deviam ser proibidas. Passava-se a usar apenas as de plástico, que são muito mais pacificas. Ou então, não. As Gretas desta vida iam ficar aborrecidas e isso, como já foi sobejamente demonstrado, era capaz de ser uma cena demasiado perigosa. Um mustafá possuído por uma naifa talvez seja menos ameaçador.
Como se estas coisas não fossem já suficientemente raladoras, temos também essa coisa das alterações climáticas a moer-nos o juízo. Com meninos na rua a berrar contra o seu próprio modo de vida. Havia de ser bonito vê-los a viver de acordo com aquilo que reivindicam.
Olha que quando vi as manifestações pensei o mesmo e gostaria de os ver numa eventual ida a discotecas ou concertos se não contribuiriam para a lixeira que deixam. A tal Greta...sinceramente não me convence!
ResponderEliminarQuanto às facas infelizmente não é só sobre "passeantes" porque nos casos de violência doméstica é o que é mais usado.
Todos sabemos dos cortes e "emigrem" em sectores chave feito pelo anterior executivo...aí não há volta a dar. No actual que paulatinamente se vão recompondo e ou reparando os estragos todos os sectores berram e fazem greves por mais e mais. Caramba ainda temos o SNS que muitos...querem destruir para darem corpo ao privado e quem não pode pagar...que se amanhe.
A mortalidade de grávidas e ou os bebés é algo que sempre ocorreu mas devido a globalização/exigência laborais os casais adiam/prolongam mais no tempo a vinda da cegonha e com isso os riscos acrescidos. Depois as mil coisas para terem um gravidez saudável...que levam a novas "modernices" que podem correr muito mal. Outras é mesmo negligência médica e disso já se falou e fala muito!
Por favor não andemos para trás para o tempo dos meus avós e pais em que as mulheres eram "máquinas parideiras",
Não sei se me fiz compreender KK!
Beijos e um bom fim de semana
Como a gravidez e o parto não são doenças — caso contrário teríamos acabado na Eva e no Adão — estes números crescentes de mortalidade pela data do parto, tão só mostram incúria profissional.
ResponderEliminarA ordem dos médicos sempre foi uma máfia de pulhas, exceptuando os escassos anos em que foi comandada por António Gentil Martins. Sou licenciado em Medicina.
Não usem... não... o 'Livro Amarelo' e todos os meios para criminalizar os médicos criminosos.
A política não tem culpa alguma. Quem cultiva o 'deixa andar' é que tem.
O retrocesso vai a caminho do Séc XVIII. As parteiras — que agora não existem senão na veste de enfermeiras especialistas — fazem imensa falta.
Nasci, graças a uma parteira (Arminda Leal) que acompanhava a minha Mãe. Quando viu que aquilo ia dar para o torto, chamou uma Médica Obstetra (Maria José Leão).
Decisão: Maternidade Alfredo da Costa... Coitada da minha Mãe.
As facas e canivetes só se controlam 'à porrada'. Os criminosos da 'naifa' na Óropa só serão controlados a tiro — a matar. Quem pelo ferro mata, pelo chumbo morre.
Abraço
Mas afinal as mulheres emprenharam e pariram na vigência do governo do Chamuças e de sus muchachos estalinistas. Só pode haver engano de números pois os óvulos foram todos fecundados no tempo do Passos Coelho e congelados no vácuo e implantados por médicos que só queriam prejudicar a Geringonça.
ResponderEliminarAdmito que seja um problema meu mas não consigo enxergar diferenças para melhor relativamente ao tempo do Passos - excepto, naturalmente, aquilo que decorre da saida da troika que veio remediar a bancarrota deixada pelos socialistas.
ResponderEliminarNão vejo o meu vencimento melhorado há 14 anos, após 39 anos de serviço vejo a reforma cada vez mais longe e mais pequena, impostos - entre directos e indirectos - pago o mesmo que pagava antes...não sei o que estará melhor...
Bom fim de semana!
Em termos de saúde - digo eu que disto sei tanto como um barbeiro - creio que o mal está em pretendermos ter um SNS tal como foi criado há 40 anos. Nesse tempo raros eram o que iam ao médico sem ser em situação de aflição e, mesmo assim, sai-se de lá com uma receita e esperança que resultassse. Hoje muita mais gente vai ao médico e sai-se com uma requisição para fazer um batalhão de exames. E se calhar ainda bem que assim é. O pior é que depois não há um hospital em cada aldeia...
ResponderEliminarClaro. A culpa jamais pode ser de um governo tão fantabulástico como o do não menos genial António Costa.
ResponderEliminarKK o anónimo das 9,18h sou eu e realmente estou farta deste SAPO:)))
ResponderEliminarDesculpa amigo!
Beijos e bom domingo