domingo, 4 de agosto de 2019

O fim da picada...

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Na opinião de um activista – que é como a gora se chamam os malucos – francês, daqueles amiguinhos dos animais, devemos encarar as picadas dos insectos como uma doação de sangue. Estamos, argumenta a criatura, a contribuir para uma mãe alimentar os seus filhos. Logo, continua, esborracha-los é coisa que jamais devemos fazer. A menos, conclui, que estejamos em África. Aí podemos matá-los. Já na Europa, reitera, é deixá-los picar à vontadinha.


Ora esta ideia, para além de manifestamente parva, enferma aqui de graves preconceitos. De carácter machista, racista e xenófobo, nomeadamente. Merecedora, até, da apresentação de várias queixas na parafernália de organizações, comités, institutos e outras cenas onde se empregam os boys que não têm ponta de habilidade para fazer algo de útil. Capaz, diria, de suscitar a ira de feministas e de levar activistas – lá está – contra a alegada desigualdade de que padecem os africanos, como o conhecido democrata português Mamadou Bosta, a apelar ao recurso ao tabefe.


Para o tal activista franciú alimentar os filhos continua a ser tarefa da mãe, matar africanos parece-lhe aceitável e apenas aceita ser picado por europeus. Ainda que no âmbito dos insectos é discriminação a mais. Há que fazer-lhe a folha.

6 comentários:

  1. Mas isto é mesmo verdade ou é anedota? Se for verdade é mais uma a juntar a tanta parvoíce destes acérrimos defensores. Apre!

    Beijocas e um bom dia

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  2. Mandem-no para a Comporta a partir das 19h...

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  3. E, para além dos mosquitos, ainda levava com o Salgado!

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  4. Anónimo6:44 p.m.

    Como não sou do PAN nem respeito, sequer, as suas ideias, aprendi a dizer:
    Os animais não têm direitos. O homem tem o dever de não maltratar os bichos. A começar pelos bichos-homens.

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  5. E pelos bichos-mulheres, os bichos-bichas e mais uns setecentos e cinquenta bichos com tendências extravagantes...

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