Duas turistas escandinavas foram decapitadas em Marrocos, por um grupo de muçulmanos, durante uma caminhada por uma região remota daquele país do norte de África, nos últimos dias de Dezembro do ano passado. Claro que por cá, como sempre acontece quando o assassino não é branco nem marido da vitima, as noticias acerca do crime não suscitaram grande interesse.
Nem por cá nem pelo estrangeiro. Em Inglaterra, por exemplo, os jornais, que ficam alarmados sempre que um “bife” é picado por um peixe-aranha no Algarve, até promoveram, por ocasião do dia internacional da mulher, num artigo intitulado "Dia Internacional da Mulher: 10 das melhores viagens exclusivamente femininas para viajantes individuais”, como a sua primeira recomendação de viagem, uma "Caminhada em Marrocos". Parece que é bom para "derrubar barreiras, fomentar a discussão e criar experiências locais imersivas para as mulheres, que normalmente estão fora dos limites das nossas saídas regulares em grupo" e isso. Uma passeata irresistível, portanto. Capaz de fazer perder a cabeça, até.
Foi mesmo de "perder a cabeça"
ResponderEliminarTenho dificuldade em perceber o que vai fazer esta gente para locais onde o que lá estão querem é pirar-se...Mas isso sou eu, que de pedras e areia não percebo grande coisa.
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