sexta-feira, 29 de março de 2019

Alguém deve estar a precisar de vender bicicletas...

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Aprender a andar de bicicleta vai passar a fazer parte do currículo escolar. Parece-me bem. Aquilo de um gajo – ou uma gaja, ou outra cena qualquer, que isto da linguagem inclusiva é uma coisa muito bonita - se montar num velocípede movido a pedal, tem muito que se lhe diga. Com o tempo ainda há-de dar licenciatura, mestrado e doutoramento em velocipedia. Quiçá, até, a condição de doutor ou engenheiro, com formação na arte de bem pedalar a todo o selim, venha a ser um requisito essencial para poder participar na Volta a Portugal em bicicleta.


Mas, bem visto, nem é nada de mais. Se as escolas já ensinam fedelhos de dez anos a enfiar um preservativo numa banana e tratam de informar os petizes de três anos que lá por terem uma pilinha não significa que sejam rapazes – podem muito bem ser, se essa for a sua vontade, uma menina, um macaco ou um rabanete – esta ideia, por comparação, nem é das mais parvas. Parvos, mas mesmo parvos a sério, são os pais que assistem passivamente à doutrinação dos seus filhos por esta gentalha asquerosa.

11 comentários:

  1. A sério?? Por amor de todos os/as Santos/as!!
    Já não basta a porcaria das trotinetes espalhadas por tudo que é sítio em Lisboa! Termos que nos desviar de pessoas que andam de trotinete sem o saber "conduzir".
    A única explicação plausível que encontro: a rede de transportes públicos não é suficiente e a malta tem que ir de bicicleta!

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  2. Perdoe o alívio do alvitre:
    «...licenciatura, mestrado e doutoramento em velocipedia...»
    Deve ser gralha! Não... Nunca. Serão em velocipeida...

    Pois eu vejo muitos bípedes do género macho, com calções de Lycra tão justinhos que se advinha o rego e outros benefícios anatómicos. Da geração 'mais bem preparada de sempre'.
    Sempre haverá licas para as Lycra.

    Hoje, por um triz, não fui atropelado por duas bestas montadas em duas rodas 'a abrir' passeio abaixo. Bastardos, só pode...

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  3. «Parvos, mas mesmo parvos a sério, são os pais»
    Eles irão ver a pinta com que os rebentos os enfiarão na Mitra (nome antigo, canónico, para "LAR").
    Se são rebentos, é mesmo para rebentar.

    Tenho pena.

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  4. Parece que sim. Aliás é coisa muito mais importante do que aquilo da matemática, da história, da geografia, do português...

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  5. Talvez tenha razão. Isto agora a politica gira toda em torno da peida.

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  6. Eu não tenho. É o que merecem!

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  7. Sem a menor dúvida. Aliás, foi para isso que a net foi inventada: basta perguntar. Se não utilizamos os neurônios, não faz diferença!

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  8. A Educação Sexual não deve ser entendida assim. No entanto, devo referir que o descrito em relação ao preservativo é feito junto de alunos com mais um ou dois anos do referido na publicação. Claro que de acordo com a turma, os pais, a maturidade,...
    No que à pilinha diz respeito… Também as mulheres a tiveram, ainda no ventre materno. Com o desenvolvimento do novo ser, esta passa a denominar-se clitóris. Todavia, pessoalmente tive o privilégio de em 99 uma amiga ter em confiado, abrindo-me as portas para o mundo dos transexuais. Nunca tinha ouvido falar, admito. O sofrimento destas pessoas é enorme. Quantas permanecem fechadas, representando todo o dia? Só que também quem recorre a tratamentos, estes não são fáceis, dificuldade esta que começa no diagnóstico, levado a cabo por uma equipa. Enfim, trans não são o que vê na pornografia. Infelizmente, este é um recurso que gera intolerância pela parte de muitos. Não esquecer que as "peidas", tal como diz, muitas vezes estão ao nosso lado. Por vezes, suicidam-se. E depois perguntamos "porquê". Não seremos culpados?

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  9. A medida foi implementada por forma a reduzir os casos de obesidade e quem sabe, a longo prazo, promover uma redução nos índices de poluição do ar. Só que ainda não se sabe em que nível etário/ciclo será implementada. Espero que nas horas de EF.

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  10. A existência de um ou outro caso de distúrbio de índole sexual ou de outra natureza não deve constituir motivo para todo este arraial. É que isto até parece que metade da população padece dessas maleitas quando, afinal, são uma minoria.
    A educação dá-se em casa. O Estado não tem que formatar os cidadãos para que todos pensem da mesma forma, ajam da mesma maneira nem, muito menos, imiscuir-se na educação e nos valores que pretendemos transmitir aos nossos filhos. Só falta - e daí não sei - dizerem às criancinhas que têm de votar no PS ou nos restantes partidos de esquerda...

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  11. Haverá sempre desgraças neste mundo. Só quem vem do espaço exterior é que pode achar esquisito haver tanta.
    Para efeitos de soluções liquidava-se (não escrevi matar) todo o clínico que tratar de raridades, pois há umas abundantes realidades que precisam de cuidados humanos simples e, até clínicos.
    E morremos todos no fim da cena.
    Não precisamos de gloriosos clínicos a aparecerem na SIC ou noutra TV. É abuso moral sobre as minorias anormais.
    Cada grupo sofrendo de uma raridade cabia dentro de um VW e só era passeá-los pelo território, em local preparados para os acolher.

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