domingo, 7 de outubro de 2018

Carteiristas

Um inquérito qualquer destinado a saber a origem étnica, ou algo parecido, dos putos do ensino obrigatório provocou a ira às alminhas hipersensíveis que mandam nisto tudo e que determinam o que se pode ou não fazer neste país. Foi, obviamente, retirado de circulação. Que essa coisa da privacidade, nomeadamente quando estão em causa as origens dos progenitores, é muito bonita. Nem ninguém tem nada que saber quantos gaiatos negros, ciganos, chinocas ou nepaleses frequentam as escolas.


Por mim também sou contra esses inquéritos. Esses e outros. Incluindo aqueles por onde não sei quem se orienta para atribuir os subsídios escolares. Acho mal. Ninguém tem nada que andar as esmiuçar os rendimentos dos papás das criancinhas. Surpreende-me que as tais alminhas ultra-mega-hiper sensíveis não protestem contra esta devassa da vida privada de quem tem filhos em idade escolar. Para essa gentinha, ao contrário do que proclamam, não são as pessoas que estão primeiro. É a carteira. Podia concluir que estariamos na presença de carteiristas. Mas era uma piadola demasiado fácil...

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