Circula nas redes sociais uma onda de indignação contra a indignação de uma figura obscura - vagamente conhecida do público pelo envolvimento em assuntos derivados de questões que agora não me ocorrem – por uma jornalista do canal público de televisão ter utilizado a expressão “se Deus quiser”. Uma ofensa, para os sensíveis ouvidos da menina Fernanda. Na TV do Estado não tem nada que se usar esse dito, que aquilo não é a televisão da paróquia, conclui a santa senhora. Como, de resto, concluiria qualquer beata quando confrontada com um desaforo às suas convicções religiosas.
Pena que esta criatura não aponte a sua indignação igualmente para outros alvos. Como, por exemplo, a construção da nova mesquita de Lisboa. Neste caso o esbanjamento de dinheiros públicos, em proveito de uma religião invasora, não provoca nesta profissional da indignação nenhum tipo de prurido. Coisas da “agenda feminista-esquerdalha”, de certo.
A menina Fernanda ajoelha-se muitas vezes ....para rezar!
ResponderEliminarE, alegadamente, engolir aquilo...a hóstia, ou lá o que é!
ResponderEliminarTirou-me as palavras do teclado
ResponderEliminarAliás a nandinha deverá ter sido uma das maiores fâs do «se Deus quiser».
ResponderEliminarE cumpriu-se: sDq nunca hei-de entender, compreender, capisce, understand, etc., donde virá o cacau que tomamos (nós, ambos os dois) todos os dias.
Mas, porém, todavia, contudo — e sobretudo — nos re-sortes.
Acho — é sómente uma frugal opinião, uma fisgada — que não há re-azares.
Mas será que re-sortes e re-azares significam sorte ou azar à ré?
Na rectaguarda?
Sempre houve valentes a defender a vanguarda. Não acedito que tenha havido valentes a defender a rectaguarda — antes são mais os utilizadores de supositórios.
Segundo Poncius Pilatus — Quod scripsi, scripsi.