
É preciso ser muito totó – parvinho, vá – para acreditar em políticos ou, mesmo não acreditando, esperar que estes revelem algum – ainda que pouco – nível de coerência entre o discurso e a prática. Daí que este caso dos negócios particulares do homem do bloco na Câmara de Lisboa não me cause especial surpresa. Em nenhuma das suas vertentes. Nem, sequer, naquela em que a comunicação social, os indignados das redes sociais e a camarilha esquerdalha acha que o senhor pode e deve continuar a exercer as suas actividades políticas como se nada fosse. É de esquerda e isso basta para, aos olhos embevecidos dessa malta, garantir a sua mais absoluta impunidade política.
Por mim, ao contrário da generalidade de quem agora o apoia, não vejo mal nenhum na realização de investimentos como aqueles em que esta criatura investe os seus capitais. Nem vejo nada de mal no lucro obtido. O que ainda não vi foi uma alminha – uma só, que fosse – criticar os elevadíssimos impostos que este senhor e a irmã vão ter de pagar quando a venda do imóvel se concretizar. Assim por alto, só em “Mais-valias” para o Estado e IMT para a autarquia, é coisa para mais de um milhão. Neste caso, admito, até acho bem. Afinal a vitima é apenas um político incoerente ao serviço de um Estado ladrão.
Completamente de acordo. Este seria apenas mais um negócio milionário numa Lisboa em que a especulação imobiliária é rainha, não fosse o facto de um dos protagonistas ser um dos maiores críticos dessa mesma especulação.
ResponderEliminarDeime aos trabalho de ver a legislação e chego a conclusão que o Robles até enganou os inquilinos idosos..
ResponderEliminarhttps://itugga.blogs.sapo.pt/a-verdade-sobre-os-inquilinos-de-28890
Já o João das regras dizia ao mestre de Avis:
ResponderEliminar-Mestre prometa-lhes o que não lhes pode dar, e se vencer esta empresa, dê-lhes o que não é seu!
Afinal esta estória tem mais de 600 anos, mas há sempre políticos para todas e quaisquer tarefa da governança, que do seu não dão nem o "coton" dos bolsos, mas do que é dos outros são mãos largas. Concluindo: -Não passam duma quadrilha de assaltantes do bolso e património dos não políticos.
O gajo pode vender o que quiser, com o lucro que quiser e em matéria de incoerência ele que tenha quanta lhe apetecer. O que me irrita mesmo é nem ele nem as esganiçadas admitirem isso!!!
ResponderEliminarBolas! A ser verdade o gajo é uma grande trapaceiro!
ResponderEliminarNo que toca a patifarias temos uma vasta experiência. E o povo a pagá-las, também!
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