sexta-feira, 8 de junho de 2018

Viva a liberdade!

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Vivi o tempo suficiente em ditadura para dar valor à liberdade. Nomeadamente à liberdade de opinar. Aquela coisa a que chamam liberdade de expressão, ou lá o que é. Daí que conviva muito mal com todos, todas e todes que andam por aí a arrogar-se no direito de determinar o que se pode ou não dizer ou escrever. Assim tipo policia religiosa e dos costumes ao melhor estilo saudita.


Não aceito censuras e detesto censores. Mais ainda quando aqueles que pretendem exercer – e, o pior, é que muitas vezes exercem mesmo – a arte de censurar, representam uma minoria detestável. Vá lá que a visibilidade deste blogue é, neste caso felizmente, praticamente nula. Caso contrário, acredito, já teria tido chatices. À semelhança do que acontece em muitos países europeus – Inglaterra, Alemanha ou Suécia por exemplo – onde é feita uma intensa perseguição a quem se atreve a ter uma opinião diferente da determinada pelo politicamente correcto. Criticar a submissão ocidental aos valores do islão e expressar uma posição que condene a invasão de que a Europa está a ser alvo por uma chusma de ocupantes muçulmanos é hoje, naqueles países, quase uma garantia de ter a policia a bater à porta.

7 comentários:

  1. alvaro silva1:27 p.m.

    Mas esses países ditos "avançados2 e democráticos são-o apenas duma forma formal. são formatados pelo protestantismo que é bem mais castrador que o catolicismo. Mas que por lá andar a ver como são depressa se apercebe que estão mais que formatados e ao fim de semana é que se vê: Putas, panascões e bêbado/as.

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  2. Anónimo9:22 p.m.

    Subscrevo inteiramente e não retiro nem uma virgula!

    Beijocas e bom fim de semana

    Fatyly

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  3. É para a Cóltura...

    Political correctness is a doctrine — fostered by a delusional, illogical minority and rapidly promoted by mainstream media — which holds forth the proposition that it is entirely possible to pick up a piece of shit by the clean end.
    Segundo um aluno da Griffith University que ganhou o concurso de 2012 para a definição mais apropriada para um termo contemporâneo.

    Respeitosamente

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  4. Também ridículas são a 'normas' europeias.
    Se eu consultar um jornal (dos EUA, p.ex.) aparece imediatamente um aviso que:
    Devido às normas da EU eu tenho que declarar aceitar as normas do jornal, clickando num quadradinho a informar que aceito e num OK.
    Com os programinhas que há por aí, qualquer parvo fica logo a saber de onde vem a ligação. Ainda falta saberem a rua, o númaro e o andar. Mas não vai demorar muito.

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  5. "Avanços" como os desses países que uma certa malta anda sempre a encher a boca são perfeitamente dispensáveis!

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  6. Eu acham que já sabem...isso e muito mais!

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