Parece que o governo, sempre preocupado com as pessoas, vai arranjar maneira das habitações clandestinas disporem de eletricidade de forma legal. À conta das autarquias e das operadoras. Ou seja, dos contribuintes e consumidores pagantes da conta da luz. E tudo isto, alerta uma entidade qualquer, sem que os beneficiários da medida sejam identificados. Diz que não podem. É essa coisa da lei da privacidade, ou lá o que é.
Entretanto os proprietários de terreno que não limpem as suas propriedades vão ser multados. Pela GNR. E nem aqueles que os geninhos não conseguirem identificar se vão safar. As finanças vão dar uma ajudinha nisso da identificação. Diz que podem. Para aqui não interessa isso da privacidade, ou lá o que é. Bem feita. Não têm nada de ser proprietários. Coisa que, como se sabe, o esquerdume abomina.
Mas nem sei do que me admiro. De um país onde conhecidos delinquentes são tratados como gente importante e convidados para dar palestras onde transmitem os seus valores aos jovens, já pouca coisa me devia escandalizar.
Isto fez-me lembrar Henry David Thoreau que escreveu «Under a government which imprisons any unjustly, the true place for a just man is also a prison».
ResponderEliminarPrivacidade, na óptica (visão) actual, só existe naquela casinha fora de casa, cheia de papel de jornal. Chamava-se 'privada'.
Abraço
Todo o seu post é seguro (assertivo, dizem agora).
ResponderEliminarComo correm as coisas, se fosse gêénérr não ia arriscar levar com a carga dum cartucho de caçadeira.
Bem sei que os traidores do povo servem-se do povo gêénérr para rou.bar...
A discriminação sempre foi uma coisa que me indignou. E este caso da "colaboração" entre a GNR e AT configura um exemplo de discriminação se comparado com a protecção de identidade que se anda por aí a promover.
ResponderEliminarComo dizia o outro:
ResponderEliminarFeliz o Ali-Bábá que só tinha 40 ladrões.