
Toda a gente tem o direito a fazer greve. Bom, toda a gente é como que diz, se calhar naqueles países onde vigorou – ou onde ainda vigora – a política defendida pelo partido comunista e por outros esquerdalhos, não seria bem assim. Mas adiante, que isso é passado e, exceptuando por cá, já ninguém quer saber dessa camarilha. Ainda assim surpreende-me a distinta lata daquela malta e as implicâncias com a companhia aérea que tem alguns dos seus funcionários em greve. Para essa tropa apenas importam a meia dúzia de grevistas. Os passageiros que se lixem. Centenas ou milhares de pessoas adquiriram um serviço na convicção que o mesmo lhes seria prestado e quando a empresa faz o que pode para cumprir o contrato, tem estes inúteis à perna. Que, pasme-se, ainda acham que estão a fazer uma grande figura! Só falta sugerir que o governo nacionalize a companhia ou, em alternativa, que o pessoal passe a voar na Air Koryo. Diz que lá os trabalhadores nunca fazem greve.
Acontece que a maioria das pessoas não sabem que a Air Koryo é a linha aéria da coreia do norte.
ResponderEliminarClaro que é um sossego: para viajantes, trabalhadores e patrões. O JoaKim tem dessas. Muito à frente do PCP e do BE. E não é do corte de cabelo: vejam no que deu o cabelo do Carles Pui...
Por mim os direitos dos contribuintes, dos utentes, dos passageiros ou, em suma, dos pagantes estão acima do direito à greve. É um direito de quem trabalha, sem dúvida, mas primeiro estão aqueles que pagaram e não têm nada a ver com os interesses - certamente muito justos - dos empregados.
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