![velho-do-saco_thumb[52].jpg velho-do-saco_thumb[52].jpg](https://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B21025cd1/20943001_wPQQz.jpeg)
Ainda bem que quando era puto não havia essa modernice das CPCJ’s. Nem isso nem outros alegados esquemas manhosos de que agora tanto se ouve falar. Devia ser por, na altura, haver gaiatos em abundância. Ao contrário de hoje, que faltam pirralhos e sobram velhos. Talvez por isso, ao que consta, casos haverá em que, ainda nas maternidades, mal são paridos já estarão a ser subtraídos às mães. Há poucos catraios, depois dá nisso. Já quanto aos velhos, como há muitos, é ao contrário. Ninguém os quer. É a vida. Ou o mercado, não sei bem. Só sei que no meu tempo de criança, para prevenir um eventual mau comportamento da rapaziada, os pais ou outros familiares sugeriam que seriamos levados de casa pelo “homem do saco”. Uma figura mítica que nunca ninguém viu mas que, quando mencionada, tinha o condão de acalmar os ânimos ao mais irrequieto. Hoje, se calhar, para obter o mesmo resultado deve bastar ameaçar com uma chamada para a CPCJ mais próxima...
Muito boa malha!
ResponderEliminarO incómodo é que esta, como todas as comichões infantis, não são tão eficazes como o «homem do saco» era. Isto vive de Comichões e de Beservatórios. Tudo com um muito bem trem de cozinha acobreado com panelas e tachos.
Parece que em 2016 foram tiradas aos pais 3400 crianças...é obra!
ResponderEliminarSubscrevo inteiramente e não sei o que dizer mais perante essa dura realidade!
ResponderEliminarBeijos
Fatyly
Só acredito que a segurança social, ou lá quem é que se dedica a estas coisas, se preocupa mesmo com as crianças quando tiverem retirado todos os filhos aos ciganos nómadas que ainda existem aqui pelo Alentejo. Até lá tenho o direito de pensar que nesta matéria há muita coisa mal explicada...
ResponderEliminarBom fim de semana!