
Isso da descentralização parece-me uma coisa catita. Já mudar a sede de um instituto publico ou outro organismo qualquer de Lisboa para o Porto é, apenas, uma coisa parva. Descentralizar seria transferir serviços para o interior. Para cá da A1 a norte ou da A2 a sul. O resto é politiquice - da cara, no caso - para entreter autarcas e espevitar regionalismos bacocos como aquele de que padecem os portuenses.
E se vai um instituto para o Porto, que tem quase tudo, porque não um aeroporto para Estremoz? A campanha publicitária a promover voos já está online. Agora só falta a vontade política.
Discordo. A pedir peça-se coisa de jeito e em grande, no mínimo uma marina para iates ou uma base de lançamento de foguetões que mande para o espaço uns satélites para vigiar Espanha e o trafego nas Berlengas. O aeroporto está "demodé", basta ver o exemplo da aerogare de Beja que está lá de pedra e alcatrão para poisar em terra as abetardas , 0s sisões, cortiçois e alcaravões, pois estes bichos se não estão civilizados e fugidios há que lhes dar umas acções de formação, para terem acesso ao cartão de cidadão, como o que me deram a mim que não sou, não fui, nem serei cidadão de porra nenhuma. Exijo cartão de aldeão! E olhe que não estou a brincar, numa aldeia perto da minha de seu nome Lobelhe foi construída imaginem: - uma marina atlântica, para receber iates até 70 pés. Gastaram-se toneladas de gasóleo para transportar pedregulhos e outros inertes e a dita lá está a dar guarida a 2 ou 3 cafés de praia a dar apoia a banhistas de rio. Iates nunca lá chegou nenhum pois o mar aberto está a 10 milhas e o rio assoreado. Podiam vir de comboio, mas azar dos Távoras, há 3 tuneis ferroviários onde os mastros dos ditos iates não se acomodam e é pena pois a obra fez-se e gastou-se o dinheiro (e não era da CEE). Mas era da negra herança do fassismo. Já é tempo de criar outra marina atlântica a terminar ali para a albufeira do Divôr não acham?
ResponderEliminarEu, verdade verdadinha, o que queria mesmo ver construído aqui em Estremoz era um centro de acolhimento a visitantes de outros planetas. Ando há anos a falar nisto e não há maneira de ver isto candidatado a uns fundos comunitários quaisquer. Um dia destes chegam para aí uns investidores vindos de outra galáxia e não temos condições para os receber... depois admirem-se que vão para o Porto ou assim.
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