Segundo as poucas fontes que demonstram a coragem suficiente para escrever acerca do assunto, serão bastantes os alegados refugiados que aportam aos países ricos do norte da Europa – os únicos onde lhes interessa refugiar, diga-se – acolhidos ou adoptados por mulheres solteiras, viúvas ou divorciadas. A maioria delas, segundo os mesmos relatos, já com alguma idade. Será, por certo, por uma questão de disponibilidade. Ou – e isso não tem nada de mal – para receberem da segurança social local um subsidio que as compense por tão piedoso acto. Mesmo que a quase totalidade desses acolhidos sejam do sexo masculino, como dizem ser o caso, continuo a não descortinar nisso nada de reprovável.
Também em Portugal, nos trabalhos jornalísticos onde o tema é abordado, a maioria dos intervenientes na tentativas de importar alegados refugiados são mulheres. Tal como na estranja com uma idade ligeiramente avançada. E também, certamente por disponibilidade para a fotografia, a maior parte dos alegados refugiados são homens. Não vou estar para aqui a tirar conclusões. Estou apenas a constatar. Até porque, fosse o que fosse que concluísse, era coisa que importava tanto como a chuva que tem caído no Alentejo por estes dias. Mas lá que constato, constato...
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