quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Vestimentofobia

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Muito há ainda a fazer no âmbito do combate à discriminação. Ó se há. Verdade que, por estes dias, já se conseguiu um avanço civilizacional sem precedentes. O de acabar com essa coisa dos livros para meninas e dos livros para meninos. Mas, convenhamos, é manifestamente insuficiente. Há que ir mais longe e, nisto como no resto, o ideal é começar pela criançada. Ensinar-lhes que é tudo igual e não há cá coisas para gaiatos e coisas para gaiatas. As roupas, por exemplo. Não têm nada que estar separadas nas lojas conforme o sexo. Ou género, penitencio-me pelo lapso. Que isto de vestidos ou cuecas com rendinhas qualquer um veste. E o melhor é ir experimentando logo de pequenino. 

6 comentários:

  1. alvaro silva10:11 p.m.

    E está na hora de acabar com ginecologistas e obstetras, pois tem lá algum jeito haver clínicos exclusivos para fêmeas. E o meu Benfica? Tal como está, cheio de machos, também não tem jeito nenhum. A seleção nacional muito menos. Só se safam os jogos de ténis pares. Há que legislar e urgentemente por quotas, no futebol pelo menos cinco fêmeas (comprovadas por cromossoma XX) e 5 machos (comprovadamente XY) e para completar o imprescindível 11 um trabeco ou um transexual ou o car.... que os f..., mas tal como as coisas estão é um perfeito atentado á constituição de 1976; ou então chamemos o Maduro da Venezuela, pois os de cá trepam muito á cabeça e dão sono, os verdes fazem azia e são diuréticos. Temos que resolver tão magno problema, com muita democracia e paridade, (há que por os machos a parir), sim isso é que era paridade pois de imparidades da Caixa e dos bancos estamos fartos. E siga a rusga, panascas á sala e fufas ao varão!

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  2. Ó compadre você não lhes dê ideias! E acabo de ler que uma idiota qualquer sugere que os gaiatos deviam ser obrigados a brincar com bonecas e outra - comunista, provavelmente - pretende que o governo legisle acerca da forma como os lojistas devem arrumar a mercadoria para venda...( a ideia é não separar as zonas de venda dos brinquedos de menino e de menina). Porra, tá tudo maluco!!!

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  3. Já começa a ser um exagero toda esta "histeria" por parte de "cabecinhas pensadoras" esquecendo-se que o que mais importa é a meu ver claro, pela educação dos pais.

    Sobre os tais manuais, conheço pais que dividiram os os mesmos, ou seja: o catraio fazia metade da catraia e vice-versa.

    Com tanto problema sério anda meio mundo aparvalhado com coisas que não valem uma palha.

    Fui maria-rapaz, não gostava de bonecas e afins, fazia os meus próprios brinquedos partilhados com um dos meus irmãos, o meu cúmplice. Num tempo em que tudo parecia mal já para não dizer proibido:)

    Beijocas e um bom dia

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  4. Isto é a falta de causas e o excesso de tempo livre. Era dar-lhes uma enxada, que estas manias passavam-lhes.

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  5. Pois... A Ritinha aparece fotografada na praia com o filhote de calção azul-escuro axadrezado e a filhota de bikini cor-de-rosa.
    Para araut@ da igualdade de sexos, com o perdão da má palavra, não vai por bons caminhos.

    E esquecem-se que os canitos mijam de perna alçada...
    Temos que os educar. Ou abater.

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  6. Essa Ritinha bem que podia ocupar o tempo livre com coisas úteis. E, já agora que se preocupa tanto com as crianças, podia ir ajudar as desvalidas da Casa Pia ou isso.

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