quarta-feira, 23 de agosto de 2017

É o que dá terem esgotado as causas fracturantes...

Há duas espécies de opinião. A pública e a publicada. A segunda parece um hospício. Daqueles do piorio. Estão lá reunidos os mais malucos de entre os destrambelhados. São uma minoria a quem, fora do circulo restrito das redes sociais e do governo, ninguém liga. Mas, infelizmente para todos, são esses loucos que ditam a agenda política, que têm o poder de ir alterando a legislação, de impôr novos costumes, determinando novas regras e, em suma, ir destruindo o modo de vida que nos trouxe até aqui.


Quanto à primeira, a opinião pública, por enquanto vai-se rindo e gozando com a segunda. Tem-se, até agora, limitado a chamar nomes – cada um melhor do que o outro, diga-se – aos doentes mentais que estão a escavacar as bases da nossa sociedade. Sou adepto do escárnio e da zombaria aplicada a essa malta e tenho por eles um profundo desprezo. Sentimento que, não duvido, é comum à imensa maioria dos portugueses, dos europeus e dos ocidentais. Mas, receio, já não chega. Eles não se importam de serem gozados. Há que, em relação a essa gente, passar a outro patamar. Seja ele qual for.


A ironia da coisa é que isto a médio prazo resolve-se. Umas, poucas, dezenas de anos. Quando muito. O processo de islamização tratará de acalmar todas essas minorias modernaças que por aí andam e de lhes explicar, entre muitas outras coisas, as diferenças entre meninos e meninas. E a história recente diz-nos que não será com bons modos.


 

2 comentários:

  1. Como disse o outro: «a brincar, a brincar, o macaco foi...»

    Como Português, como Cidadão (ou cidadona) tenho a legitimidade de acabar com uns tantos asilados no hospício.

    Isto não vai com boas palavras nem com boas intenções que, ao que parece, está o inferno cheio.

    Vai com acções. Apesar de velho (sénioríssimo) estou pronto.
    Abraço

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  2. Isto só com uma moca. Ou, como no tempo do Eça, à bengalada. E chegava, que isto agora é tudo uma cambada de maricas!

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