sábado, 5 de agosto de 2017

Os gloriosos malucos das máquinas voadoras

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Desconheço a denominação técnica daquelas coisas que, na época balnear, costumam esvoaçar sobre as praias. Podia, na minha ignorância, chamar-lhe um ovni. Mas, para simplificar, chamemos-lhes parapente com motor. Pois um destes objectos esteve, um dia destes, em manifesta dificuldade para se manter no ar. Mas, felizmente, lá conseguiu. Depois de muitas piruetas, que a pouca qualidade da máquina e a minha ainda menor habilidade para a fotografia não permitiram documentar convenientemente, a criatura dominou a traquitana e seguiu a sua vida. Ficou o cagaço. Para ele e para quem estava cá em baixo.

4 comentários:

  1. Por aqui há imensos...mas, felizmente para quem esteja na praia, não se têm aventurado com a ventania que nos assola que é dose. Tenho passado pela minha praia mas não saio do paredão e não aguento tamanha ventania.

    Um abraço

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  2. Há quem garanta que as praias portuguesas cativam tanto os turistas porque nas fotografias não se vê o vento...

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  3. Na lei, toda a geringonça que voe tem de ter uma matrícula e tê-la pintada nela. Se a matrícula for visível do chão, o aparelho está a voar abaixo do permitido — é uma regra práctica que dá para participação às autoridades.
    Fartei-me de ver nas praias do Algarve gente reles como este, em infração. Tal como as avionetas rebocando anúncios. Participei mas, como esperado, nunca recebi respostas.

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  4. Tenho um lema de vida que me impede de voar nestas coisas: "Nunca subir mais alto do que a altura de uma mulher. Quando ela está deitada." E, até agora, não me tenho dado mal com este principio.

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