sexta-feira, 4 de agosto de 2017

“Allah é Gay”, proibido; “Jesús é Gay”, permitido

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Pouco me importa que Jesus – o verdadeiro – tenha sido rabeta ou que o tal de Alá tenha arrecadado a costeleta. Igualmente nada me interessa que uns apoiantes daquilo a que chamam causa LGBTturbo venham para a rua exibir cartazes a garantir que os ditos profetas apoiariam, se fossem vivos, o seu modo de vida. É lá com eles. O que me desagrada é a discriminação. Diz que em Londres, nas últimas manifestações de pessoas que não fornicam como a – ainda – maioria, a policia não permitiu que os manifestantes insinuassem que o tal Alá era panasca, com o argumento que isso ofenderia a comunidade muçulmana. Mas, em contrapartida, não se incomodou com idêntica acusação dirigida a Jesus.


Estamos, portanto, perante uma intolerável manifestação de multi-intolerância. Apenas se concede liberdade a um dos profetas para abafar a palhinha, presume-se que os muçulmanos não ficariam felizes por saber que a sua divindade era larilas e assume-se que tal comportamento - por ser susceptivel de ofender alguém – é algo de condenável. Desconheço as reacções que esta acção policial terá suscitado em Inglaterra. Tenho é a certeza que, se fosse cá, os policias estavam feitos num oito. É que isto não se discriminam assim as pessoinhas. Nem, muito menos,os profetas, pá!

1 comentário:

  1. Perdoe-me:
    Que Alá seja gay é como o outro...
    Agora Jesus não deve ser. Pelo que tenho visto e lhe tenho ouvisto o Jorge Jesus não pode ser gay. Além de que a malta da águia não lhe deixava a braguilha com insultos.

    Tenho dito, Pilatos Style...

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