quinta-feira, 2 de março de 2017

Tropa fandanga

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A Suécia restabeleceu – ou vai fazê-lo em breve, não interessa – o serviço militar obrigatório. Diz que não há suecos em número suficiente com vontade de ir para a tropa e que não estarão reunidas todas as condições necessárias à defesa do país. Depois há aquilo da Rússia, da Nato e outras balelas que tais. Até pode ser. Mas não será apenas isso. Por mais desculpas que se arranjem para dourar a pilula, a maior ameaça, se calhar, é outra. E, pelo menos em parte, já a têm dentro de portas. 


Igual medida estará a ser equacionada por cá. Tem, ao que se sabe, confessos adeptos à esquerda. Embora, quero acreditar, por motivos substancialmente diferentes dos evocados pelos governantes suecos. Por mim acho mal. Mas, admito, tal ideia, a concretizar-se,  constituiria um factor capaz de contribuir para a revitalização de cidades como a minha. Mais umas quantas centenas de pessoas aqui a viver teriam de fazer alguma diferença. Para melhor, reconheço. 

4 comentários:

  1. A extinção do serviço militar obrigatório fez-nos voltar ao império romano: Os da tropa eram funcionários públicos.
    Agora confirma-se. E nenhum funcionário público irá contra o patrão...
    No 'meu tempo' dizia-se que ia para a tropa quem não tinha jeito para mais nada.
    Alguns safaram-se com o tacho da guerra de África. Em 'teatro de guerra' para construir uma pocilga era necessária a autorização da entidade militar. Mais uns cobres...

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  2. Concordo contigo sim senhor!

    Mas sempre disse que deveria haver uns seis mesinhos ou um ano de serviço militar obrigatório para rapazes e raparigas para aprenderem regras e muitos não andarem a fazer...nada de nada!

    Um abraço

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  3. Não concordo com o SMO. Ou, a existir, se excluísse da "obrigação" que fosse manifestamente prejudicado por ir lá malhar. Eu estive lá dezasseis meses, deixei de receber ordenado durante outros tantos mas tive de continuar a pagar as minhas contas... Para mim foi quase como se estivesse preso!

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  4. Para quem não faz nada tudo bem...no meu caso foram dezasseis meses de ordenado de que o estado português me privou. E agora nem me contam esse tempo para a reforma porque não descontei!!!!!! Bonito, não é?

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