Com o aproximar das eleições autárquicas presumo que comecem a surgir ideias para esturrar dinheiro. Novas umas, velhas outras e parvas a maioria. O habitual, portanto. Que nisto de gastar o que temos e, principalmente, o que não temos poucos conseguem fazer melhor do que nós. E, a bem dizer, nem é coisa que me preocupe. Esturre-se tudo. Não faz mal. Agora somos poucos, dentro de alguns anos seremos muito menos e num futuro não muito distante não restará ninguém para pagar a conta. Não estou particularmente pessimista. Nada disso. Limito-me a acreditar nas estatísticas. Quando nascem menos de metade do que aqueles que morrem, o futuro não parece muito difícil de adivinhar. É por isso que, quase de certeza, todos os candidatos à autarquia vão incluir nos seus programas eleitorais a construção de novos cemitérios. Parece-me o mais ajuizado. Ou mais escolas, que isto há visionários para tudo.
Visionários é uma espécie que nasce até sem óvulo
ResponderEliminarKis :=}
Uma desolação...
ResponderEliminarEsta disforia dita "democrática e autárquica" tem-se esforçado por destruir os "habitat" dos autóctones deste Eucaliptal á beira mar plantado e ilhas adjacentes, mais do que os 900 anos de história do nosso haver. Vamos torrando alegremente as heranças que nos tocaram em sorte e preparando-nos afincadamente para sermos os lacaios, escudeiros, jardineiros e taberneiros (sempre fomos razoáveis a vender zurrapa a copo) dos mijões/onas reformados e fujões ao pagamento dos IRSs das terras deles. Mas aos índígenas de cá tal regra não se aplica, só está vigente o "paga e não bufes"; se bufares vale-te o mesmo!
ResponderEliminarAqui está um visionário de Cangalheiros e de Coveiros.
ResponderEliminarParabéns.
Pena sermos nós a pagar-lhes as visões.
ResponderEliminarSem dúvida!
ResponderEliminarIsenção ou uma taxa reduzida de IRS nas regiões desertificadas seria um incentivo...mas, lá está, isso é só para os estrangeiros ricaços.
ResponderEliminarPois.
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